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TOP 10 Melhores Filmes - "Body Horror"

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Team America: World Police (2004)

"Surprise, cockfags!"

Para quem conhece minimamente o meu gosto cinematográfico, sabe que eu venero tudo o que é alternativo, diferente e desviante e é por isso que “Team America” não podia escapar ao meu lote de filmes de eleição.
Diferente de tudo aquilo que já alguma vez vimos, este filme transporta-nos para uma sátira perfeita daquilo que é o nosso mundo, a nossa filosofia de vida, o “sonho americano” e até de algum do cinema que por aí se faz.

“Team America” é um filme contado através de fantoches extremamente elaborados, que representam num mundo miniatura espectacularmente criado pelos cenógrafos deste filme. O enredo é simples: a polícia mundial de combate ao terrorismo precisa de alguém que se faça passar por um terrorista para desenvolver uma operação secreta no Egipto, infiltrado numa célula dessa natureza. Como tal, vão buscar um actor de musicais da Broadway. Não vos parece a opção mais correcta?
É com base neste enredo que o filme vai ridicularizando, através de um humor negro, irónico e exagerado, aquilo que são todas as guerras que os EUA têm vindo a travar nos últimos tempos. A forma simples e fácil como são capazes de destruir, por exemplo, a Torre Eiffel, faz-nos rir até cair. Depois há pequenas metáforas que satirizam os típicos filmes de acção e aquilo que se conhece da forma como os soldados actuam em campo quando estão em guerra. Como já disse, as personagens deste filme são desempenhadas por marionetas extremamente hábeis, que ainda assim conseguem estar caracterizadas duma forma magnífica e fazer movimentos dignos de um Bruce Lee.

Numa segunda linha de abordagem, podemos ainda assistir a pequenas músicas que conferem ao filme um tom de “musical” e que são mais uma vez muito bem interpretadas pelas grandiosas marionetas. “Everyone Has Aids” e “Pearl Harbor Sucks And I Miss You” são duas músicas que representam dois dos pontos altos do filme. Como também já referi há ainda a vertente que satiriza diversas personalidades da comunidade de Hollywood e da política mundial. As alusões a estas referidas personalidades estão perfeitas.
As vozes que são emprestadas aos fantoches encaixam muito bem nos traços que cada um deles empresta a cada personagem. De referir novamente a perfeição e a minuciosidade com que foram construídos todos os cenários deste filme e a banda sonora que não podia estar melhor

Em suma, “Team America” oferece-nos uma perspectiva diferente daquilo que é o nosso mundo hoje em dia e ajuda-nos a rir da nossa própria desgraça, o que nem sempre é mau. Sei que para muitos este filme pode não ter credibilidade nenhuma, mas acreditem que estamos na presença de uma obra que foi concebida por profissionais que sabem o que fazem e que são capazes de transformar a história mais simples do mundo numa poderosa arma de comunicação, ou não fosse este filme dos criadores de “South Park”.
Não deixem de ver este filme, na minha opinião é tudo aquilo que protestantes como Michael Moore um dia quiseram fazer, mas numa linguagem muito mais simples e menos cordial.

EXAME

Realização:
9/10
Actores (Vozes): 10/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 8/10
Cenários: 9.5/10
Banda Sonora: 9/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 9.5/10

Média Global: 9/10


Crítica feita por Pedro Gonçalves

Informação

Título Original:
Team America: World Police
Título em Português: Team America - Polícia Mundial
Ano: 2004
Realização: Trey Parker
Actores: Trey Parker, Matt Stone, Kristen Miller

Trailer do Filme:


As Nossas Curtas

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Valkyrie (2008)

Hitler's Germany has seen its last sunrise.

Valkyrie é um filme que aborda um importante evento na Alemanha Nazi: a tentativa de assassinato ao ditador alemão Adolf Hitler, no conhecido dia 20 de Julho de 1944. E conta com um grande elenco, liderado por Tom Cruise. A aquisição deste último foi uma grande controvérsia, principalmente para os alemães, devido à religião do actor. Problemas pessoais e religiosos à parte, Valkyrie consegue trazer algo inovador, um thriller de suspense com uma lição de História por trás, numa época em que os efeitos especiais e os argumentos sem substância imperam em Hollywood.

Coronel-Conde Claus Schenk Graf von Stauffenberg (Tom Cruise), um orgulhoso nacionalista militar alemão, é leal ao seu país, mas vê-se forçado a olhar para a ascensão de Adolf Hitler ao poder e para todos os seguintes eventos da Segunda Guerra Mundial. Stauffenberg observa que Hitler está a levar a Europa para o caos, começando a acreditar que é necessário travar o líder da Nacional-Socialista Alemã. Verificando que o tempo é cada vez mais escasso, Stauffenberg decide entrar em acção, e em 1942 junta-se secretamente à Resistência Alemã Anti-Hitler, para finalmente derrotarem o Fuhrer. Contudo, é em 1943, enquanto se recupera dos ferimentos sofridos no Norte de África, que Stauffenberg reúne forças e organiza uma conspiração anti-Hitler. Armado de uma astuta estratégia, a designada Operação Valquíria , ele planeia aniquilar o ditador na Toca do Lobo e exonerar do poder o regime Nazi. Stauffenberg avança com a Operação Valquíria a 20 de Julho de 1944, mas uma série de coincidências infelizes protege Hitler do atentado e automaticamente condena os seus autores à morte. Assim, a Operação Valquíria torna-se a famosa “tentativa falhada de Golpe de Estado levada a cabo por forças da Resistência Alemã, com o apoio de algumas altas patentes do Terceiro Reich”.

Filmes que abordam conspirações de assassinato a Adolf Hitler começam a ser abundantes, mas o bom de Valkyrie é que esta conspiração é de facto verídica, chegando mesmo a ser quase bem-sucedida. Por ser baseado numa história autêntica, o final do filme não me foi surpreendente e é de facto esperado, pelo menos para quem tenha algum conhecimento sobre a Segunda Guerra. Talvez a fama desta história e o conhecimento antecipado do seu final pode tornar o filme menos interessante, mas na minha opinião tal não aconteceu; deste modo, dou os parabéns ao realizador Bryan Singer, pois consegue manter o espectador cativado, devido à atmosfera intensa criada, e consegue manter o suspense até ao final, mesmo que já se saiba qual é. Tive um momento de *face palm* no final deste filme, quando uma amiga minha diz-me indignada “Mas então, o Hitler não ia morrer??". Foi um momento engraçado.
O filme está bem filmado e bem escrito, apesar de achar que falta alguma emoção: o filme peca no facto do argumento não ser convenientemente desenvolvido ao nível emocional, apesar do potencial. Falta uma construção narrativa com alicerces emocionais e mais criativos, que não se limite a contar a história, como se de um documentário se tratasse. A história real da Operação Valquíria é muito mais complexa do que a que é apresentada no filme, apresentando na perspectiva de Stauffenberg apenas a generalidade da conspiração. No entanto, o filme retrata bem o seu espírito e respeita os factos Históricos. Também acho que falta no filme a visão da Alemanha pretendida por Stauffenberg, caso a operação tivesse resultado.
O realizador poderia também ter optado por ter um filme falado em alemão, ou pelo menos ter mais cenas faladas nessa língua; o filme é todo falado em inglês e alguns dos actores são alemães ou polacos, o que faz com que haja muitos sotaques estranhos e tira um pouco a credibilidade ao filme. De facto, o filme começa em alemão, e preferia que continuasse assim. Sinceramente, ver Hitler a falar inglês é demais (!).

Há pontos altos neste filme: o elenco, o ambiente e o aspecto visual do filme.O elenco é liderado por Tom Cruise, que nos deu uma prestação bastante credível e que realmente cativa. Para além de Tom Cruise, também temos magníficas interpretações de um elenco secundário que o acompanha na perfeição. Devo realçar Bill Nighy e Tom Wilkinson, que interpretam o General Friedrich Olbricht e General Friedrich Fromm respectivamente. Contamos com a performance de Thomas Kretschmann como Major Otto Ernst Remer, e devo dizer que é quase obrigatório vermos este actor em filmes de Segunda Guerra Mundial. Uma boa mas curta interpretação foi a de David Bamber, como o imponente Adolf Hitler. Capta na perfeição alguns aspectos do ditador (outros nem tanto), e gostei de alguns detalhes, como por exemplo a demonstração de afecto que Hitler deu a um cão, mostrando com veracidade o “amor” que este tinha por animais. Um ponto negativo foi mesmo o ter falado inglês, como já disse anteriormente.
O ambiente do filme está impecável, o realizador conseguiu recriar mesmo o cenário da Segunda Guerra Mundial, para não falar da excelente fotografia do filme. Um outro ponto negativo é a duração/conteúdo. O filme tem aproximadamente 115 minutos, mas a acção do filme é desenrolada lentamente ao início, o que poderia ser diferente.

Em suma, Valkyrie constituiu um bom filme que, apesar de não ser uma obra de arte, poderia estar mais longe de o ser.

EXAME

Realização: 7/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 7/10
Fotografia: 8/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média Global: 7.5/10 

Crítica feita por Joana Queiroz

Informação

Título Original: Valkyrie
Título em Português: Valquíria
Ano: 2008
Realização: Bryan Singer
Actores: Tom Cruise, Bill Nighy, Carice van Houten, Tom Wilkinson, Thomas Kretschmann, David Bamber




Trailer do Filme:

The Tourist (2010)

"It all started when he met a woman."

Depois de vencer um Óscar para Melhor Filme Estrangeiro com o filme “A Vida dos Outros”, seria de esperar de Florian Henckel von Donnersmarck algo com muito mais conteúdo e substância do que esta vulgar história de crime, contada num tom relaxado.

O cenário escolhido para contar esta história é espectacular e adequado ao enredo do filme. Se durante as quase duas horas de filme não há quem impressione muito, a cidade de Verona consegue de facto captar toda a nossa atenção. Nesta história, Frank Tupelo (Johnny Depp) é um comum turista que viaja até Verona no sentido de relaxar após um pesado desgosto amoroso. No entanto, os seus solitários planos mudam quando conhece Elise Clifton-Ward (Angelina Jolie), uma misteriosa mulher que o aborda e o catapulta repentinamente para a sua vida. O que Frank Tupelo não sabe, é que Elise o envolveu num plano para encobrir o seu grande amor, que roubou milhões de euros a um poderoso homem da máfia e é também procurado pela polícia.

Agora que fui obrigado a resumir o enredo deste filme, apercebo-me que se fosse abordado de outra forma , com outros contornos, até poderia ter sido muito bem conseguido. No entanto, a meu ver, não passa de um típico filme de sábado à tarde. Uma das grandes falhas do filme é a forma ridícula, forçada e infundamentada como Frank Tupelo se deixa ir facilmente atrás de Elise, uma mulher que não lhe dá grande atenção desde o início e não revela nada sobre a sua vida ou identidade. Angelina Jolie consegue colocar na sua personagem características que lhe conferem um ar poderoso e primordial, mas esse perfil não bate certo com o de Frank, um intelectual e desinteressado homem que apenas procura umas férias. Em suma, Angelina Jolie e Johnny Depp não resultam enquanto dupla.
Consigo reconhecer algum mérito nas cenas de acção, que apesar de serem pouco exploradas conseguem causar-nos alguma sensação de puro entretenimento. A banda sonora do filme está muito bem conseguida e bem aplicada e é talvez aquilo que melhor corresponde e se associa à principal ideia do filme. O argumento é simples e pouco elaborado. Não digo que fosse necessária uma base muito mais consistente para o tipo de filme que é, mas esperava algo menos objectivo e mais rico. A nível de direcção fotográfica, um grande aplauso para John Seale, que explora a maravilhosa cidade de Verona de uma forma espectacular.

Voltando ainda à apreciação dos autores, Paul Bettany está igual a sempre, desempenhando o seu papel de forma exemplar e única. No entanto, eu tinha este actor como alguém que apenas aceitava projectos mais relevantes e marcantes, com mais relevância e enriquecimento dramático. Ainda assim, compreendo que é a sua profissão e que deve ser difícil resistir a entrar num potencial Blockbuster. Finalmente, quero deixar bem claro que gosto do trabalho de Johnny Depp e reconheço nele grandes capacidades de representação. No entanto, entendo que sempre que ele desempenha o papel de Jack Sparrow, deveria fazer uma qualquer terapia que o fizesse esquecer os “tiques” e alguns traços característicos da personagem de “Piratas das Caraíbas”.

Em suma, um filme sem sal, produzido “porque sim”, sem grande propósito. Deixo aqui também uma grande nota de descontentamento com a Imprensa Estrangeira de Hollywood (associação responsável pelos Globos de Ouro), que nomeou este filme em diversas categorias, incluindo melhor actor e actriz principal, reduzindo e desengrandecendo totalmente aquilo que se pode considerar um grande desempenho digno de prémios. Felizmente, parece que a Academia entrou em sintonia comigo e ignorou por completo este “Turista” perdido.

EXAME


Realização: 5/10
Actores: 4/10
Argumento/Enredo: 6/10
Banda Sonora: 7/10
Fotografia: 8/10
Duração/Conteúdo: 5/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 5/10

Média Global: 5.7/10

Crítica feita por Pedro Gonçalves

Informação

Título Original: The Tourist
Título em Português: O Turista
Ano: 2010
Realização: Florian Henckel von Donnersmarck
Actores: Johnny Depp, Angelina Jolie, Paul Bettany

Trailer do Filme


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TOP Ficção Científica - Década de 2000


O género Sci-Fi sofreu algumas alterações com o passar do tempo, mas mesmo assim continua a ser um género inovador e que arrasta multidões (ou pelo menos os fãs devotos). Sou muito suspeita, constitui um dos meus géneros favoritos.

Nos anos compreendidos entre 2000 e 2009, alguns filmes de ficção científica não se limitaram apenas a elementos-tipos do género (aliens, espaço, etc), mas sim decidiram misturar alguns elementos com outros géneros (thriller, comédia, terror, etc.) Alguns exemplos são o filme The Eternal Sunshine for the Spotless Mind que mistura Romantismo, e a saga Resident Evil que mistura o terror.
Devo dizer que, dentro da ficção científica, gosto mais dos filmes que envolvam o espaço, mas todos são bem vindos para mim.

Seguem então os 10 filmes que considero serem os melhores da década de 2000.

10. Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004)

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Eternal Sunshine of the Spotless Mind contém elementos de drama, romance e ficção científica. Conta com as magníficas interpretações de Kate Winslet e Jim Carrey; em relação a este último, ouso mesmo dizer que merecia ter ganho um Óscar.
Joel (Jim Carrey) fica de coração partido ao descobrir que a sua namorada Clementine (Kate Winslet) fez um procedimento para o apagar da sua memória. Desesperado, Joel contacta o inventor do processo para que este lhe elimine também Clementine da memória. Mas à medida que a sua memória é apagada, Joel redescobre o seu amor por ela.
Recomendadíssimo.

Crítica: N/A
Trailer:




9. Children of Men (2006)


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Realizado por Alfonso Cuáron e contando com um elenco de luxo, Children of Men é um óptimo filme de ficção científica. O realizador presenteia-nos com excelentes sequências de acção e podem contar com um filme muito intenso.
A história passa-se em 2027, época em que os humanos já não conseguem gerar descendentes, pois as mulheres não conseguem engravidar. Assim, a humanidade discute a possibilidade de extinção. Theodore Faron (Clive Owen) é um burocrata e que vive em uma Londres arrasada pela violência e pelas seitas nacionalistas em guerra; Theodore conhece uma jovem que misteriosamente está grávida. Eles passam a protegê-la a qualquer custo, por acreditar que a criança pode vir a ser a salvação da humanidade.

Crítica: N/A
Trailer:




8. Cloverfield (2008)


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Algumas pessoas que viram o filme, sabendo que é de terror, devem pensar "Mas o que é que isto está a fazer num TOP de Sci-fi, mesmo?". Cloverfield, para mim, é um filme de ficção científica, pois tem um elemento crucial , o monstro "alien". Faz-me lembrar daqueles military science fiction films, combinado com elementos de terror. O filme é do género shaky camera, e adoro a sensação de first person view, é realmente fantástico.
Cinco jovens estão a preparar uma festa de despedida para um amigo, quando de repente um monstro arrasa a cidade de Nova Iorque. O filme é um testemunho da tentativa de sobrevivência ao terrificante acontecimento das vidas dos cinco jovens.

Crítica:
 Aqui
Trailer:



7. Minority Report (2002)

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A dupla magnífica Steven Spielberg + Tom Cruise volta a supreender mais uma vez, e desta vez para os fãs de ficção científica. Minority Report é um filme de cortar a respiração, adoro-o e realmente faz justiça ao género.
O filme remete para 2054, tempo esse em que a polícia consegue antecipar o crime, utilizando uma tecnologia que os prevê e permite prender os criminosos antes de efectivamente o serem. Um dos agentes desse corpo policial tem de repente a revelação de que ele próprio cometerá um crime, o que o leva a procurar desesperadamente a razão que o levará a cometê-lo.

Crítica: 
Brevemente
Trailer:




6. Avatar (2009)

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Algumas pessoas odeiam, outras adoram; confesso estar no último grupo. James Cameron, mais uma vez, atingiu o jackpot. Depois de Titanic, Avatar foi algo inovador, e além disso foi o primeiro filme em 3-D que vi (e o único que é perfeito em 3D).
Os efeitos especiais fazem o filme, é um facto, mas não deixa de ser um filme obrigatório. Toca em pontos sensíveis, como o amor e a amizade, como também mistura acção. É um filme futurista, como não poderia deixar de ser. Não vou adiantar muito sobre a sinopse, mas adianto que devem mesmo ver o filme.

Crítica: Brevemente
Trailer:




5. Donnie Darko (2001)

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Donnie Darko é um filme psicológico e de supense, mas tem definitamente elementos de sci-fi. Conta com um grande elenco: Jake e Maggie Gyllenhaal, Drew Barrymore, Patrick Swayze, entre outros. É considerado um filme de culto da década.
Um adolescente, de nome Donnie Darko (Jake Gyllenhall) recebe ordens de um coelho gigante para que mate, queime, destrua e traga o pânico para a pequena cidade do interior onde mora. Frank, o coelho gigante, diz ao rapaz para sair de casa, pois o mundo terminaria dentro de 28 dias, seis horas, 42 minutos e 12 segundos, ou seja, na noite de Halloween, a 30 de outubro de 1988.

Crítica:
 Brevemente
Trailer:




4. Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith (2005)

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Tal como Star Trek, a Saga Star Trek emana ficção cientifica, e é das mais populares e épicas do género. Em 1999 e inicio da década de 2000, George Lucas brindou-nos com três filmes que seriam uma prequela para os filmes da trilogia Star Wars dos anos 70 e 80. Adoro os 6 filmes, mas reduzindo aos dois da década de 2000, devo dizer que o último é efectivamente o melhor.
Chanceler Palpatine e as suas mudanças políticas transformaram a enfraquecida República no poderoso Império Galáctico. Palpatine revela também os segredos da Força a Anakin Skywalker, numa tentativa de o atrair para o lado negro. 

Crítica: 
Brevemente
Trailer:



3. District 9 (2009)



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District 9 é um marco na história da ficção científica. É um filme inteligente, com temáticas bastante importantes, como a xenofobia e a segregação social. Faz um excelente paralelismo com o Apartheid.
Uma raça extraterrestre, que aterrou na terra há 20 anos atrás, vive segregada dos humanos numa área degradada chamada District 9 em Joanesburgo, África do Sul. A MNU é a empresa que fica responsável pelo controlo dos aliens e pela relocalização da sua população mas tem também outros interesses: tomar posse da biotecnologia dos aliens para fabricar um perigoso armamento. A tensão entre humanos e extraterrestres cresce, sobretudo quando Wikus van de Merwe (Sharlto Copley) um operacional da MNU, contrai um vírus contagioso que modifica o seu DNA. Wikus torna-se no homem mais procurado do mundo sendo obrigado a fugir… e sem casa e sem amigos, só tem um lugar onde se esconder: o Distrito 9.

Crítica: Aqui
Trailer:





2. Moon (2009)

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Moon foi a surpresa do ano e foi imediatamente considerado um dos melhores filmes da década e pessoalmente um dos meus favoritos. A realização/argumento de Duncan Jones, a interpretação de Sam Rockwell e a magnífica banda sonora de Clint Mansell constituem os três grandes pilares para este magnífico filme!
O astronauta Sam Bell (Sam Rockwell) é enviado numa missão de três anos para o outro lado da Lua. A sua base lunar perdeu a comunicação com a Terra, ficando isolado. Felizmente, o seu contrato está a acabar e em breve poderá voltar para casa, junto da sua mulher e filha. Contudo, Sam sofre um estranho acidente e descobre algo que coloca tudo em questão. 

Crítica: Aqui

Trailer:



1. Star Trek (2009)

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Star Trek é das franchises mais famosas de ficção científica. Representa o género galáctico do Sci-Fi.
Em 2009, o realizador J.J Abrams teve a magnífica ideia de fazer este filme. É o décimo primeiro filme baseado na Star Trek franchise, e devo dizer que está absolutamente fantástico!
Conta com as interpretações de Chris Pine como James T. Kirk e de Zachary Quinto como Spock.

Crítica: Brevemente
Trailer:



Outros:

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E ainda:
Terminator Salvation

 AI Artificial Intelligence
Resident Evil series
Pitch Black
28 days Later
Solaris
Pandorum, I,Robot


por Joana Queiroz

Martyrs (2008)

"Elles n'ont pas fini d'être vivantes"

O horror europeu e o cinema francês em particular, têm mostrado nos últimos tempos uma qualidade exorbitante. Em 2008 foi a vez de Pascal Laugier nos proporcionar um filme do mesmo nível. Martyrs representa, sem dúvida, um grande filme de terror, mas é indiscutivelmente o filme mais perturbador, provocador e chocante que tive a oportunidade de ver. Consigo definir o filme com uma simples palavra: "brutalidade".

Intrigante e surpreendente, Martyrs conta a história de Lucie, uma rapariga que havia desaparecido à um ano e quando é encontrada, mostra sinais de ter sido torturada. Descobre-se que Lucie tinha sido mantido presa e sofria abusos. É levada para um orfanato onde conhece Anna e as duas ficam muito amigas. Passados 15 anos, Lucie, ainda visivelmente atormentada pelos traumas, decide vingar-se dos seus raptores, mas acaba por arrastar Anna consigo. Entram num ciclo de violência inevitável em que as repercursões serão gigantes, e ambas poderão pagar um preço bem alto...

Comparar este filme a Hostel não é pouco provável de acontecer. Só que, na minha opinião, a comparação é absurda. Estes filmes diferem largamente na medida em que Martyrs tem substância, há uma mensagem clara transmitida com o filme. O realizador procurou proporcionar uma experiência cinematográfica muito mais profunda. Realmente, quando acabei de vê-lo fiquei imenso tempo atordoada a pensar nele, tirando as minhas próprias conclusões. Se o filme teve esse efeito, significa que marcou impacto, ou seja, depressa não caírá no esquecimento. Mas também não será muito em breve que o reverei.
Eu estou habituada a ver filmes de terror, e aguento muita coisa. Mas Martyrs foi o primeiro filme que conseguiu abalar-me verdadeiramente, houve algumas cenas que estava literalmente aterrada de medo. O ambiente criado e a atmosfera tensa proporcionam momentos verdadeiramente assustadores e são nestes que vemos a competência de Pascal Laugier na realização. Não é propriamente inovador, mas é bastante eficiente, e sabe manter a audiência tensa e assustada. Aliás, Laugier procurou mesmo perturbar o espectador e assumiu riscos. A maneira como ele sequencializa as cenas deixa-nos sempre a ansiar por mais. O argumento é rico, pois é profundo e misterioso sem nunca ser confuso (e acaba por conter referências filosóficas que nos fazem pensar). É tão perturbador e realista que inevitavelmente faz com que passemos pela experiência da protagonista. Somos igualmente "torturados" durante o filme, e o final para mim, devo dizer, está ligeiramente abrupto mas susceptível a diversas interpretações. Porém, estou certa que é um filme que dividirá o público; mas quer se goste ou quer se odeie, marca um inegável impacto.

As influências do terror japonês são visíveis, especialmente na primeira parte do filme, em que se assiste a uma abordagem de terror mais psicológica (estilo asiático, semelhante a Ju-On). Sempre sádico claro, mas não tanto violenta. Digo isto pois chega-se a uma parte no filme em que se torna mesmo inconfortável, arrisco dizer quase impossível, de se continuar a ver. A violência no filme é exacerbada e brutal, chegando a ser incomodativo, daí não aconselhar Martyrs a qualquer um. O certo é que, apesar de ser perturbador, é original e tem qualidade, e não deve deixar de ser visto. É um dilema, de facto...


Este é um filme fantástico, que assusta como poucos assustam. Eu cada vez mais aprecio o terror europeu em detrimento do americano, que se caracteriza pela falta de originalidade e constante necessidade de terem filmes com rios de sangue mas sem substância nenhuma. Friso novamente que Martyrs tem um elevado nível de intensidade que nem todos apreciam, e a generalidade das pessoas pode até mesmo considerá-lo revoltante.

Mas quem tem estômago para este tipo de filmes, Martyrs pode tornar-se dos melhores filmes que viram nos últimos tempos.


EXAME

Realização: 9/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média Global: 7.8/10

Crítica feita por Sara Queiroz

Informação

Título Original: Martyrs
Título em Português: Martyrs
Ano: 2008
Realização: Pascal Laugier
Actores: Morjana Alaoui, Mylène Jampanoï, Xavier Dolan.

Trailer do Filme


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Jota Queiroz




Nome: Joana Queiroz
Data de Nascimento: 18/12/91
Idade: 21
Ocupação: Estudante do 3º ano da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Géneros: Ficção Científica e Épicos/Históricos
Filmes favoritos: Lord of the Rings, Star Wars, Black Swan
Actrizes: Natalie Portman, Jessica Chastain, Ziyi Zhang
Actores: Johnny Depp, Daniel Day-Lewis, Ralph Fiennes, Ethan Hawke, Thomas Kretchmann, Moritz Bleibtreu
Realizadores: Darren Aronofsky, Quentin Tarantino,Tim Burton


As Escolhas de Jota (TOP 20 Filmes) - Aqui

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Breaking Dawn Parte I - Logo e Primeira foto

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A Summit Entertainment acabou de divulgar o logo oficial do muito antecipado quarto filme da saga Twilight : Breaking Dawn (em potuguês, Amanhecer). Devo dizer que o logo está bastante bom, segue a linha dos anteriores e gosto bastante da tonalidade mais rosada/avermelhada, pois acho que combina com o conteúdo do filme (para quem leu os livros sabe do que falo).
Como sabem, o filme será dividido em duas partes, e a primeira já tem data confirmada: 18 de Novembro de 2011.
Também foi divulgada a primeira foto oficial do filme.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

The Matrix 4 e 5? Keanu Reeves diz que sim.

É possível que mais duas sequelas de Matrix estejam para vir.
Foi a promover o seu novo filme, "Henry's Crime", que Keanu Reeves revelou que os irmãos Andy e Larry Wachowsky estão a planear a continuação da saga Matrix, e que até discutem a possibilidade dos filmes serem rodados a três dimensões, pelo que os realizadores já se encontraram com James Cameron, o mestre desta tecnologia. O actor adiantou ainda que está muito contente em voltar a interpretar a personagem Neo, e que os novos filmes trarão mais novidades e revolucionarão novamente o género.
Eu, sinceramente, adoraria que dessem continuação à saga, adorei os filmes. E em 3D promete! Acho que não deixa de ser uma óptima notícia para os fãs de Matrix.
Aguardo com ânsia uma confirmação, pois até agora ainda não houve uma confirmação oficial pelos irmãos Wachowsky ou uma data oficial.




Buried (2010)

"170,000 SQ miles of desert. 90 minutes of Oxygen. No way out."

Dos filmes mais inconvencionais, perturbadores e tensos que vi, Buried capta a atenção do espectador de início ao fim, e na minha opinião, é indiscutivelmente dos melhores filmes de 2010.
Ryan Reynolds interpreta Paul Conroy, um camionista a trabalhar no Iraque, que é vítima de uma emboscada e acaba por ser enterrado vivo num caixão. Ao acordar, depara-se apenas com uma lanterna e um telemóvel à disposição. Paul tenta desesperadamente avisar as autoridades, à medida que também negoceia com os terroristas que o puseram lá. Mas com o oxigénio a ficar cada vez mais escasso, sobreviver é uma corrida contra o tempo... Infelizmente para Paul, este filme não é o Kill Bill em que temos a Beatrix Kiddo a destruir o caixão com as próprias mãos. É um filme que tem uma história eficaz que nos permite experienciar de perto praticamente tudo o que o protagonista faz. É tão credível e envolvente que é impossível não nos colocarmos na pele dele.

Sem dúvida que ser enterrado vivo é dos medos mais comuns entre nós. Só de imaginar, dá-me uma verdadeira aflição. Deve ser imensamente desesperante! Na minha opinião, poucos filmes ou mesmo séries conseguiram explorar esta claustrofobia. No entanto, em Buried, a sensação de se estar confinado a 4 paredes debaixo da terra é mais viva do que nunca, pois experiencia-se intensamente durante 90 minutos o desespero desta realidade. Isto porque o único cenário que conhecemos durante a película é mesmo o interior do caixão, em que acompanhamos as tentativas do protagonista para controlar a situação. Intrigante não é? Muitos poderão pensar como será possivel manter o interesse quando o cenário é apenas aquele. Mas garanto-vos, o estreante Rodrigo Cortés conseguiu, partindo de uma premissa simples e de um orçamento baixíssimo, criar um ambiente desagradável, cortante e tenso, que nos leva a querer saber sempre mais e descobrir como é que o protagonista se vai ver livre daquilo. O mais impressionante ainda é a capacidade que o realizador tem de nos surpreender! É incrível como, em 90 minutos e cingidos a um único cenário, coisas absolutamente inesperadas podem acontecer. O filme é dotado de surpreendentes twists em que as oscilações entre esperança e desespero dominam e nunca cai na linha de previsibilidade ou aborrecimento.
Buried não falha, é um filme extremamente realista, na medida em que a premissa é sólida, e também devido à grande e envolvente actuação de Ryan Reynolds. Reynolds interpreta a personagem de maneira muito convicente, conseguindo tornar a visualização do filme muito mais apelativa e intensa. Só para verem, até me senti incomodada em algumas cenas pois a sensação de claustrofobia que Reynolds transmite é forte e muito bem conseguida. A performance de Reynolds é sensacional, as emoções que a personagem vive é-nos transmitida de forma tão credível, que até me partiu o coração.

Em suma, Buried é um thriller fantástico e original. Obviamente que está mais que recomendadíssimo, especialmente se procuram um filme diferente capaz de vos surpreender.


EXAME

Realização: 8/10
Actores: 9/10
Argumento/Enredo: 8/10
Duração/Conteúdo: 7.5/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8.5/10

Média Global: 8.2/10

Crítica feita por Sara Queiroz

Informação

Título Original: Buried
Título em Português: Enterrado Vivo
Ano: 2010
Realização: Rodrigo Cortés
Actores: Ryan Reynolds, José Luis García Pérez and Robert Paterson

Trailer do Filme


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

TOP Melhores de Sempre - 2ª Guerra Mundial



Segunda Guerra Mundial, segunda Mixórdia Militar:1939 a 1945.

Este evento teve grande influência em diversas áreas, particularmente na sétima arte, livros e televisão; e mesmo na altura da guerra. 
As década de 60 e 70 são consideradas o auge do cinema sobre a Segunda Guerra Mundial, com grandes filmes como The Longest Day, The Great Escape e Patton. De facto, há inúmeros filmes que considero muitíssimo bons, e é difícil escolher só alguns. Apesar de cada vez em menor número, filmes sobre esta temática continuam a ser feitos; uns excelentes e outros não tão bons. 
Claro que, no que toca à Segunda Guerra Mundial, há diversos "sub-temas" em que os filmes especificam mais, conseguindo haver alguma variedade.

AVISO: já agora...se querem um filme bom sobre o ataque do Japão a Pearl Harbor, vejam o Tora!Tora!Tora! e não o Pearl Harbor, se faz favor.

10. Stalingrad (1993) 


Temos que admitir que os filmes alemães conseguem ser excelentes no que toca à temática da Segunda Guerra Mundial. O filme é bom, realizado por Joseph Vilsmaier e conta com a magnífica performance de Thomas Kretschman (que também participa nos filmes The Pianist e Der Untergang)

O filme é um retrato da Batalha de Estalinegrado, uma das mais violentas da História. Stalingrad consegue retratar melhor a Batalha do que Enemy at Gates, apesar de este último conseguir superar em outros aspectos.
Crítica: N/A
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9. Letters from Iwo Jima (2006) 



Realizador Clint Eastwood + Actor Ken Watanabe + uma das maiores Batalhas da Segunda Guerra Mundial = filme obrigatório. 

O filme é a continuação de Flags of Our Fathers,e ambos abordam Batalha de Iwo Jima, só que este é da perspectiva dos soldados japoneses, o que considero fantástico. 
Clint Eastwood consegue realmente trazer a realidade sufocante vivida na época. O filme recebeu excelentes críticas, e realmente seria um disparate se não recomendasse este filme. 

Crítica: Aqui
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8. Patton (1970)



Patton. Quem o viu, sabe que o discurso de 6 minutos iniciais com a bandeira norte americana atrás constitui uma das cenas mais famosas na história do cinema. É um filme de guerra biográfico, que conta a história do génio militar George S.Patton, é realizado por Franklin J. Schaffner e venceu 8 Óscares da Academia. 
General George S. Patton era o único general Aliado temido pelos Nazis. Superou Rommel em África, e depois do Dia-D liderou as suas tropas numa poderosa campanha através da Europa. Porém, Patton era tão rebelde quanto brilhante, e o seu temperamento altamente instável, foi o único inimigo que nunca conseguiu vencer. 

Crítica: N/A
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7. Enemy at the Gates (2001)


Outro filme com um elenco fantástico: Jude Lay, Rachel Weisz e Joseph Fiennes (perdoa-me Joseph mas prefiro o teu irmão Ralph). Estes três actores dão uma performance impecável ! 
O filme passa-se no ano de 1942 a 1943, durante a Batalha de Estalinegrado. No entanto, e apesar de gostar do filme, creio que Enemy at Gates não constitui o melhor retrato desta Batalha, apesar de ter outras componentes mais interessantes que o fazem um excelente filme sobre a Segunda Guerra Mundial. Consegue dosear a acção com o romantismo (sim, porque até neste filme há o cliché dos dois melhores amigos apaixonarem-se pela mesma rapariga). 

Crítica: N/A
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6. Der untergang (2004)


Convenhamos e ponhamos o rancor de lado por uns segundos: Adolf Hitler constitui a figura da 2ª Guerra Mundial; claro está, não poderia deixar de ser retratado em diversos filmes. No entanto, tanto há boas como há más interpretações de Hitler no cinema...Exemplos de boas: The Great Dictator, uma comédia fantástica com Charlie Chaplin, ou então The Bunker com o Anthony Hopkins. No entanto, não há dúvida alguma que Der Untergang (em inglês: Downfall) é o filme que melhor retrata os dias finais de Hitler e da Alemanha Nazi. Bruno Ganz é dos melhores Hitlers da história do cinema. 

Crítica: Aqui 

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5. Saving Private Ryan (1998) 



Quem nunca viu este filme, conhece-o como "aquele filme dos soldados em que entra o Tom Hanks e é realizado pelo Spielberg!". Este é um filme obrigatório e já é um clássico de guerra. 
Ao desembarcar na Normandia, dia 6 de Junho de 1944 (o famoso Dia D), o Capitão John Miller recebe a missão, na praia, de resgatar com vida o soldado James Ryan. A missão é arriscada; qual a razão de se arriscar a vida de oito soldados para salvar a de um ? 

Crítica: Aqui
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4. The Pianist (2002) 


The Pianist é dos meus filmes favoritos, e dentro da temática da Segunda Guerra Mundial é dos que mais me toca. 
Roman Polanski teve uma visão extraordinária como realizador, e o actor Adrien Brody interpretou magnificamente o pianista Wladyslaw Szpilman. Quem se esquece da magnífica cena em que Wladyslaw toca para o oficial alemão? 
O filme retrata a história do judeu polaco e músico Szpilman, e na sua batalha pela sobrevivência nas ruas de Varsóvia durante a Segunda Guerra Mundial. Brilhante. 

Crítica: Aqui 
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3. Inglorious Basterds (2009) 


Apesar de não estar historicamente correcto, aqui está um excelente filme, brilhante e magníficamente interpretado. Christopher Waltz é magnífico como o Nazi Hans Landa e Quentin Tarentino mais uma vez prova a sua mestria na realização, e ousa assassinar o grande ditador Adolf Hitler. 

Muito resumidamente, um grupo de soldados judeus , The Basterds, planeia derrubar o Terceiro Reich. Num cinema em Paris, todos os maiores oficiais Nazis estarão lá para a estreia de um filme. A dona do cinema, Shoshanna Dreyfus, também tem sede de vingança, pois assistiu à execução da sua familia pelas mãos do Coronel Nazi Hans Landa. Será que a Segunda Guerra Mundial poderá acabar numa noite? 

Crítica: Aqui
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2. Schindler's List (1993) 


É caso para dizer que Steven Spielberg brilha neste tipo de filmes. Com um elenco incrível, incluindo Lian Neeson, Ralph Fiennes e Ben Kingsley, Schindler's List constitui dos melhores retratos da Segunda Guerra Mundial. 
O filme é baseado numa história verídica, em que Oskar Schindler salvou cerca de 1100 judeus de serem mortos nos campos de concentração de Auschwitz. Recomendadíssimo! 

Crítica: Brevemente
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1. Das Boot (1981) 


E o primeiríssimo lugar vai para o magnífico Das Boot, um filme alemão realizado por Wolfgang Petersen. 

O filme conta a história do U-Boot U-96, um submarino alemão da frota dos famosos Lobos-Cinza. O submarino U-96 leva a mais preparada elite de marinheiros alemães, que são massacrados como trágico lixo de guerra. 
O realizador leva-nos ao extremo com este filme, e consegue transpôr para o grande ecrã a angústia e o desepero da tripulação, que lutam entre a vida e a morte numa cansativa claustrofobia no mar. Mostra-nos realmente a realidade da guerra. É excepcionalmente bom ! 

Crítica:
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Outros:

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E ainda :

Empire of the Sun
The Big Red One
The Great Dictator
La Vita è Bella
The Dirty Dozen,
Flags of our Fathers
The Boy in the Striped Pajamas
Empire of the Sun
The Big Red One
The Winter War
The Hill
Army of Shadows
Idi i smotri
The Guns of Navarone
Twelve Clock O'High
Zwartboek


por Joana Queiroz



O Caminho (2009)


Esta a-metragem foi realizada em Março/Abril de 2009, no âmbito de Área de Projecto no 12º ano de escolaridade, acerca de algumas situações de bullying que se assiste hoje em dia nas escolas. E como é possível fazer a diferença. É acima de tudo para sensibilizar as pessoas acerca do tema. As músicas utilizadas pertencem ao artistas respectivos.