terça-feira, 1 de janeiro de 2013

TOP 15 - Melhores filmes de 2012


Dando as boas vindas ao ano de 2013, recordamos o mundo cinematográfico de 2012. A elaboração do TOP 15 melhores filmes de 2012 não foi tarefa fácil. Algumas escolhas poderão surpreender alguns, pelo que passamos a apresentar os critérios utilizados na elaboração do Top:
  • Foram considerados apenas filmes que tenham estreado em Portugal em 2012 (daí incluir-se filmes como «Hugo» e «The Girl With The Dragon Tatoo», apesar de terem tido estreia internacional em 2011; pelo mesmo motivo não foram tidos em consideração filmes como Les Misérables ou Lincoln, que só estreiam em Portugal em 2013);
  • Quanto à ordenação dos filmes, para os  já revistos neste blog foram tidas em consideração as pontuações dadas nas respectivas críticas; para filmes ainda sem crítica, a equipa fez uma média das várias componentes do filme (foram utilizados os mesmos elementos que são tidos em conta nas nossas críticas) de modo a chegar a um pontuação exclusivamente para este top (pontuação essa que, em princípio, deverá corresponder à que será dada quando se elaborar a crítica, apesar de tal puder não suceder...);
  • Dos 15 filmes presentes no top, cada um dos 3 membros deste blog contribuiu com 5 dos seus favoritos (sem hipótese de repetição relativamente a filmes escolhidos pelos outros), de modo a que o top pudesse ser o mais variado/eclético/heterogéneo possível. 



Os quinze melhores filmes de 2012 encontram-se listados abaixo.


15. The Perks of being a Wallflower


Crítica: Brevemente

Uma das maiores surpresas deste ano. "Perks of Being a Wallflower" é um filme que deixa qualquer pessoa a pensar. Para além de ser dotado de uma fluidez natural, é uma obra que faz por merecer um lugar neste TOP ao retratar uma história que pode parecer muito familiar, mas que consegue manter uma capacidade incrível de nos surpreender, através de um argumento inteligente. Dos pontos mais altos do filme é, indiscutivelmente, as prestações dos actores, credíveis em todos os aspectos. É um filme que ultrapassa qualquer expectativa, pois não se resume aos clichés do género, sendo muito mais que isso.


14. The Hunger Games 


Crítica: Aqui

Este filme constitui a primeira parte de uma saga que prometia tomar de assalto o mundo cinematográfico, e fê-lo. Foi uma autêntica surpresa, pois muitos acreditavam ser um Twilight #2. The Hunger Games ganha pela divergência da atmosfera ultra-romântica e cliché, convergindo num ambiente duro e real: um romance destinado a adolescentes com uma visão perturbante de uma sociedade em decadência.


13. The Cabin in the Woods


Crítica: Aqui

"The Cabin in the Woods" é uma verdadeira homenagem ao género terror, combinando todos os elementos do género, aderindo mesmo aos clichés. É um filme que aparentemente parece superficial, mas depois de maneira implícita elabora uma crítica ao público insaciável de violência exacerbada em filme sem qualquer substância. É uma sátira evidente sendo dos filmes mais surpreendentes e imaginativos dos últimos tempos, que no entanto é susceptível de ser pouco compreendido.


12. The Avengers


Crítica: Brevemente

Talvez seja um filme overrated, mas The Avengers é um filme que prova que o mundo cinematográfico da Marvel fez as coisas como deveriam ter sido feitas, apesar do espaço para melhorar. Foi uma viagem alucinante desde 2008 ver cada filme da Marvel que acabou por culminar neste fantástico shared universe, com continuação prevista para 2015.


11. The Dark Knight Rises



Crítica: Aqui

Apesar deste terceiro e último capítulo da franquia de Christopher Nolan não ultrapassar os seus antecessores, The Dark Knight Rises brinda-nos com óptimas prestações, um dos melhores vilões de sempre, um argumento cheio de referências, uma banda sonora óptima, uma fotografia lindíssima e efeitos especiais estrondosos.



10. Tabu


Crítica: Brevemente

Das maiores surpresas do ano e é lusitana! Tabu mostra que os filmes a preto-e-branco não estão mortos e que ainda vale a pena apostar em diálogos inteligentes. Com uma realização mais que peculiar por parte de Miguel Gomes, temos duas histórias num filme: a do presente que retrata a nostalgia da juventude e do verdadeiro amor que ameça desaparecer da memória; a do passado, contada apenas através de uma inteligente narração por parte do casal, que nos retrata a trágica realidade de um amor proibido e completa na perfeição o 1º acto da obra. Filmes destes já não se fazem...




9. Intouchables


Crítica: Brevemente

"Intouchables", filme francês, é uma verdadeira pérola cinematográfica. A história é simples, mas de uma beleza infindável e inspiradora. A narrativa do filme é construída em torno da relação improvável que se cria entre as duas personagens principais, interpretadas por Francois Cluzet e Omar Sy, ambos verdadeiramente fabulosos nas suas prestações. Não poderia recomendar melhor filme para se ver, sendo que o seu grande mérito reside na mensagem tocante que transmite.


8. Looper


Crítica: Aqui

Apesar de alguns aspectos negativos, Looper é um filme inteligente, que nos deixa a pensar e que acaba por utilizar as cenas de acção e outros artifícios apenas pontualmente. Não se limita apenas à acção ou à ficção científica, acabando por cruzar diversos géneros e ser uma experiência cinematográfica profunda. Contamos com um grande elenco e com uma história que, apesar de docemente familiar, não deixa de ser interessante.


7. Life of Pi


Crítica: Brevemente

A Índia como background e um protagonista indiano parece ser uma fórmula perfeita, pois este Life of Pi consegue ser ainda melhor do que Slumdog Millionaire. Esta película ganha pela beleza incrível de todo o ambiente e pelo seu fio narrativo pois esta aparentemente dificil história de contar é-nos mostrada da maneira mais encantadora possível.



6. The Girl with the Dragon Tattoo


Crítica: Aqui

Se os livros são viciantes, então o filme é das melhores drogas de 2012! Um policial de mistério que nos capta do princípio ao fim, protagonizado brilhantemente por Rooney Mara e Daniel Craig. Para engrandecer ainda mais esta experiência cinematográfica temos uma óptima fotografia, uma realização sem falhas por parte de David Fincher e uma banda sonora mais que ousada. Venham as continuações!


5. The Amazing Spider-Man


Crítica: Aqui

Apostar neste reboot foi, sem dúvida, um enorme risco, pois poderia revelar-se um fracasso total, para além de comparações serem inevitáveis. Mas felizmente esse risco foi tomado, pois revelou ser incrivelmente satisfatório. Foi uma verdadeira lufada de ar fresco sendo uma nova versão extremamente bem adaptada a partir dos livros de banda desenhada com um enredo arrebatador e inovador.



4. Cloud Atlas


Crítica: Brevemente

Adore-se ou odeie-se, não deixa ninguém indiferente e isso mostra o seu poder. Cloud Atlas é uma obra cinematográfica complexa como ninguém ousa fazer nos dias de hoje. Retrata a luta do bem e do mal (e as suas personificações como a escravatura, a traição, a ambição desmedida, a vida após a morte, a religião, etc) ao longo de várias eras e pelo olhar de diferentes personagens. Um argumento original, um espectáculo visual e , acima de tudo, uma edição sem palavras (dêem-lhe o Oscar!).


3. Moonrise Kingdom


Crítica: Brevemente

Os sonhos da juventude, o primeiro amor, a incompreensão da adolescência por parte dos pais, a frieza dos adultos... Tudo temas que Wes Anderson e Roman Coppola representam neste filme, ousando até virá-los do avesso no fim! Um argumento inteligente com uma realização mais que interessante por parte de Anderson, feita ao estilo sixties (época em que se passa a história, diga-se), conduzida por uma óptima banda sonora de Alexander Desplat e genuínas interpretações, tanto do elenco graúdo como miúdo!


2. Hugo


Crítica: Aqui

Como dissemos na nossa crítica: “Os olhos podem ser os espelhos da alma, mas os filmes são as projecções dos nossos sonhos”. E é isso que Hugo simboliza: é uma ode aos sonhos, uma homenagem à 7ª Arte, uma viagem aos primórdios do cinema, um espectáculo visual (o 3D sempre vale para alguma coisa...) e um desfile de óptimas performances, carregado de forma deslumbrante pelos jovens Asa Butterfield e  Chloë Grace Moretz. Martin Scorcese mostra porque é dos melhores e mais versáteis realizadores de sempre!



1. The Hobbit: An Unexpected Journey


Crítica: Aqui

The Hobbit constitui a primeira parte da trilogia que nos conta a aventura de Bilbo Baggins, Gandalf e os seus amigos anões 60 anos antes dos eventos da Irmandade do Anel. Tal como o título o diz, o filme é facto uma aventura inesperada, mas cheia de vivacidade! Com a história que tem, Peter Jackson expande-a e adapta-a adequadamente. Dá-nos a oportunidade não só de voltar a Middle Earth, mas de conhecer mais dos seus lugares, raças e costumes. Tal como Bilbo, embarquem na aventura.


E para vocês, quais foram os melhores filmes de 2012?

por Sarah Queiroz, Joana Queiroz e Rodrigo Mourão


4 comentários:

  1. Boas escolhas. :) O vosso blog está de parabéns. :)

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  2. Pra mim nada se compara aos filmes de Percy Jackson e os Olímpianos!

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  3. Jogos Vorazes! Também Pensava Que Percy Jackson Era O Melhor Filme Mas O Jogos Vorazes Superou !!

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