Depois do Cinema

TOP 5 Melhores Filmes - Angelina Jolie

By Sarah - domingo, agosto 14, 2011
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Angelina Jolie é a verdadeira musa do cinema. Digo isto sendo uma grande fã do seu trabalho: acho que é sempre bastante competente nos seus papéis e ainda para mais é lindíssima.
Aqui ficam os 5 filmes que considero serem os melhores protagonizados por Angelina Jolie.




1. Girl, Interrupted (1999)

Não se pode falar em Angelina Jolie sem referir o filme que marcou a carreira da actriz. Girl, Interrupted é o filme que valeu a Jolie o Óscar de Melhor Actriz, prémio este muito bem merecido, pois na minha opinião é a melhor interpretação da actriz de sempre, acho que não vi outra com igual credibilidade.

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2. Changeling - A Troca (2008)

Gostei imenso deste filme, realizador por Clint Eastwood, pois é diferente e emocionante. Com este filme, Jolie demonstrou a sua grande versatilidade e sem dúvida nos proporcionou uma performance digna de um Óscar, e foi reconhecida pela Academia com uma nomeação. Verdadeiramente impressionante, pois não estava mesmo nada à espera de uma interpretação tão competente.

Crítica aqui

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3. Mr. and Mrs. Smith (2005)

Este filme de 2005 é mais conhecido pelo mediatismo da relação entre Angelina Jolie e Brad Pitt, mas não invalida o excelente desempenho da actriz neste filme. Acho que é um filme divertido e a actriz proporciona muita acção e comédia.

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4. Gia (1998)

Neste filme Jolie interpreta a super-modelo Gia, e proporciona-nos uma performance de cortar a respiração, soberba de início ao fim!

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5. Lara Croft: Tomb Raider (2001)

Lara Croft é das personagens mais idolatradas dos videojogos, e apesar desta adaptação ao cinema não ter sido particularmente bem recebida pelas críticas, sem dúvida que a performance de Jolie ficou na memória de qualquer pessoa. Não imagino ninguém a interpretar melhor Lara Croft do que Angelina Jolie, e achei este filme bastante razoável e a sua performance foi fenomenal.

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E tu? Concordas com esta lista? Quais são os filmes que mais gostaste de ver Angelina Jolie? Partilha connosco a tua opinião!

Por Sarah Queiroz
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Haute Tension (2003)

By Sarah - sábado, agosto 13, 2011
Não me canso de reforçar a ideia de que o cinema de terror francês é indiscutivelmente do mais intenso que há. É na França que se tem produzido os filmes mais interessantes e revolucionários do género, contando com a inevitável brutalidade e violência que já tive oportunidade de referir na minha crítica ao filme francês Martyrs. Sendo grande fã deste género, é com bastante desilusão que encaro a maior parte dos filmes americanos que se fazem hoje em dia (salvo algumas excepções é claro!), pois originalidade parece não existir, e o facto de assentarem constantemente nas mesmas fórmulas e clichès é algo muito cansativo mesmo. É por isso que, no que toca a filmes de terror, nada melhor que o cinema europeu e o asiático.

Haute Tension é um filme francês de 2003, realizado por Alexandre Aja, que tive oportunidade de rever hoje mesmo, sendo um dos exemplos para melhor descrever a qualidade do horror moderno europeu. Apesar de recheado dos típicos clichès dos "slasher films", consegue ao mesmo tempo ser bastante intrigante e surpreendente. Além do mais, consegue apresentar uma coerência que se torna paradoxal à medida que o filme se desenrola, pois o final do mesmo é completamente inesperado. Relativamente ao final do filme, deixará com certeza as pessoas divididas: Enquanto que uns vão achar o final absolutamente espectacular, haverão outros que vão achá-lo incoerente, apressado e forçado. Eu sinceramente achei o final muito surpreendente, e embora talvez pareça ligeiramente deslocado, não deixa de ser um bom final.

Alexandre Aja apresenta-nos a história de duas amigas, Marie (Cécile De france) e Alexia (Maïwenn Le Besco), que resolvem passar uns dias em casa dos pais da segunda para conseguirem estudar para os exames que se avizinham. Enquanto que esperavam passar um fim de semana tranquilíssimo, rapidamente tudo se transforma num verdadeiro horror, quando um psicopata inesperadamente aparece na casa e assassina a família toda de Alexia. Marie luta pela sobrevivência, sendo a única que poderá ajudar a amiga que entretanto foi levada pelo psicopata. Sem dúvida que não é propriamente inovador, e depois de verem o filme ainda se aperceberão
mais disso, mas apesar de não ter um excelente enredo, o facto de estar bem construído sequencialmente e estar envolto numa óptima fotografia, elevam o filme a um patamar respeitável. Para além disso, Aja é formidável na construção de um ambiente cortante de suspense que deixa o espectador totalmente colado à cadeira e atento ao mínimo movimento para não perder o ínfimo detalhe. Tem um estilo de narrativa muito envolvente e é um filme que sofre claras influências do terror dos anos 70, assemelha-se bastante ao ambiente do Texas Chainsaw Massacre. Cécile De france e Maïwenn Le Besco desempenham os seus papéis com grande credibilidade, brilhantes mesmo. Especialmente Cécile, que ultrapassa a normalidade de competência, pois proporciona-nos uma interpretação verdadeiramente fenomenal. É com a sua personagem (Marie) que criamos uma inevitável empatia, e do primeiro ao último minuto surpreende.

Em tom de conclusão, Haute Tension é um filme que não tem medo de explorar a vertente gráfica e violenta do horror, sendo mais que recomendável para os fãs do género, especialmente se gostam de filmes inesperados. Este é para vocês!


EXAME


Realização: 8/10
Actores: 9/10
Argumento/Enredo: 6/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 6/10

Média Global: 7.1/10

Crítica feita por Sarah Queiroz

Informação


Título Original: Haute Tension
Título em Inglês: High Tension
Título em Português: Alta Tensão
Ano: 2003
Realização: Alexandre Aja
Actores: Morjana Alaoui, Mylène Jampanoï, Xavier Dolan.

Trailer do Filme

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TOP's Terror

By Sarah - sábado, agosto 13, 2011

TOP'S tError

  • TOP Terror - Década de 2000
  • TOP Terror - Década de 90
  • TOP Terror - Década de 80
  • TOP Terror - Década de 70
  • TOP Terror - Década de 60 e anteriores
  • TOP 5 Scream Queens
  • TOP 10 Terror Asiático
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Das Experiment (2001)

By Jota Queiroz - sábado, agosto 13, 2011

"They never imagined it would go this far."

Das Experiment, em inglês The Experiment, é um thriller alemão realizado por Oliver Hirschbiegel –antes do grande Der Untergang. É-nos apresentado um filme bastante curioso, em que retrata o ser humano como cobaia. É baseado em factos reais, na Experiência da Prisão de Stanford de 1971 (o que o torna mais interessante), porém a ficção têm alguns aspectos que chegam a irritar.

Tarek Fahd (Moritz Bleibtreu) é um taxista que se depara com um anúncio no jornal, que procura voluntários para uma experiência social de 14 dias. Em caso de sucesso, cada voluntário ganhará 4 mil marcos. Tarek pretende fazer uma reportagem sobre esta experiência, trabalhando como infiltrado para o jornal que trabalhava há dois anos. A experiência retrata o seguinte: o que aconteceria se vinte desconhecidos fossem separados em dois grupos diferentes, prisioneiros e guardas, e fossem submetidos a vários tipos de situações? Cada um terá que desempenhar o seu papel, sem o uso de violência. Será que o comportamento humano poderá mudar em tão pouco tempo? O que poderia ser visto primeiramente como uma simples experiência social acaba por ser a realidade aterrorizante de um grupo de indivíduos que decidem deliberadamente abdicar da sua liberdade por duas semanas.

Das Experiment é um filme bom, mas falha um pouco a nível de argumento. Consegue ser simplista ao separar os “bons” e os “maus”; contudo, é bastante exagerado e irreal no sentido em que um grupo de cientistas parece esquecer-se da segurança dos indivíduos e também mesmo a nível do comportamento dos guardas: cedem à pressão de uma maneira muito abrupta e rápida, tornando-se psicóticos "do nada". O que também consegue irritar no filme é o romance ridículo que cai de pára-quedas. Tarek conhece uma mulher abalada pela morte do pai, e acabam por se envolver nessa noite. Durante a experiência, Tarek lembra-se constantemente daquela noite como se de um romance duradouro se tratasse. Esse romance inverosímil constitui uma possível “quebra de tensão” da trama, tentativa de atenuar o ambiente pesado; contudo, parece mesmo que o romance é um corpo estranho e não se coaduna com a história. 
Problemas à parte, Das Experiment é realmente um filme que nos prende à cadeira do princípio ao fim, e é um suspense que nos faz ficar muito nervosos. Aborda questões muito pertinentes: existe uma evol
ução, desde o controlo até ao caos, que é realmente muitíssimo interessante; aborda também como é a eficácia da violência psicológica contra pessoas submetidas a figuras de autoridade e a vontade de potência de alguns indivíduos, característica típica de grupos sociais. 

O argumento pode ter as suas falhas, mas o elenco não. O protagonista Moritz Bleibtreu é um grande actor alemão (fez grandes filmes como Run Lola Run, The Baader Meinhof Complex e Im Juli) e em Das Experiment fez um óptimo trabalho; é uma actor bastante transparente e carismático, com uma grande performance. Moritz Bleibtreu consegue transmitir o desespero da personagem de uma maneira brilhante e visceral. É óptimo ver Christian Berkel como o prisioneiro 38, sempre muito sólido. Os restantes actores estão óptimos. 

O cinema alemão tem grandes filmes e inclui este interessante Das Experiment, que constitui uma boa experiência cinematográfica. É um filme que tem como pontos positivos a realização e o elenco, mas que tem a sua narrativa exposta de uma maneira bastante irreal ; consegue ser simples e exagerado ao mesmo tempo, mas não deixa de ser muito interessante. Um filme a não perder. 


EXAME

Realização: 8/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 6/10
Duração/Conteúdo: 8/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 7/10

Média global: 7.5/10

Crítica feita por Joana Queiroz

Informação

Título em português: A Experiência
Título original: Das Experiment
Ano: 2001
Realização: Oliver Hirschbiegel
Actores: Moritz Bleibtreu, Christian Berkel, Oliver Stokowski, Wotan Wilke Möhring

Trailer do filme:





VER TAMBÉM:

Der Untergang - Downfall (2004), por Joana Queiroz

Der Baader Meinhof Komplex (2008), por Joana Queiroz

TOP Melhores de Sempre: Realizadores
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TOP 5 Melhores Filmes - Leonardo DiCaprio

By Jota Queiroz - sábado, agosto 06, 2011
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Leonardo DiCaprio é sem sombra de dúvidas um dos melhores actores da sua geração, e
com certeza que o actor continuará a brindar-nos com a sua presença no grande ecrã por muito mais anos.

Aqui seguem cinco grandes interpretações de Leonardo DiCaprio:


5. Revolutionary Road (2008)

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Fiquei muito contente quando soube que DiCaprio e Kate Winslet voltariam a contracenar juntos, e foi realmente muito bom vê-los. Leonardo DiCaprio presenteia-nos com uma interpretação muito forte e credível.


4. The Departed (2006)

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É difícil ter destaque num filme quando Jack Nicholson também entra nele, mas Leonardo DiCaprio consegue dar uma performance soberba! Outro magnífico filme de dupla DiCaprio-Scorcese.


3. Catch me If you Can (2002)

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Esta história verídica realizada por Steven Spielberg conta não só com a magnífica interpretação de Leonardo DiCaprio como também do veterano Tom Hanks. Leo tem um grande carisma e consegue criar uma personagem com um charme magnético, que contrasta muito bem a personagem de Tom Hanks. As interpretações, assim como o filme, são imperdíveis.



2. Blood Diamond (2006)

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O actor recebeu outra nomeação para os Óscares com este filme; Blood Diamond é um dos meus filmes favoritos e a personagem Danny Archer está muito bem conseguida. Inicialmente parece um pouco forçada, mas rapidamente torna-se muito subtil.



1. The Aviator (2004)

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DiCaprio está absolutamente brilhante nesta interpretação do bilionário americano Howard Hughes. Foi nomeado para o Óscar de Melhor Actor em 2004, perdendo contra Jamie Foxx pela sua performance em Ray. The Aviator é um grande filme, com excelente realização de Martin Scorsese.



Honorable mentions:
Shutter Island (2010)

Inception (2010)
What's Eating Gilbert Grape (1993)
Gangs of New York (2002)
Titanic (1997).

E vocês, o que acham? Partilhem a vossa opinião!


Por Joana Queiroz

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Gattaca (1997)

By Jota Queiroz - quinta-feira, agosto 04, 2011
"Only one criterion : genetic perfection"

Gattaca - um dos meus filmes favoritos; não só é um dos melhores filmes de ficção científica dos anos 90, como também reúne uma série de características que o colocam num lugar inatingível para os demais: um argumento impecável, magníficas cenas coerentes e pormenorizadas e um elenco de luxo.

Num futuro não tão distante, os avanços tecnológicos e científicos tornaram possível a concepção do ser perfeito, in vitro. Assim, os pais podem escolher as características que querem ver nos filhos, desde a resistência, inteligência, etc, e erradicando qualquer tipo de doença. Esses “seres perfeitos” são considerados os Válidos, enquanto todos os que nasceram de forma biológica são os Inválidos. Vincent Freeman (Ethan Hawke) nasceu de forma biológica, e logo na sua nascença foi possível determinar que seria um indivíduo bastante doente. O seu sonho de se tornar astronauta parecia ser impossível, devido a insuficiência cardíaca, uma esperança de vida de 30 anos, e viver numa sociedade em que só os humanos “válidos” têm regalias.Disposto a tornar-se um astronauta da corporação Gattaca, ele elabora uma estratégia: compra os genes perfeitos de um jovem acidentado Jerome (Jude Law) e consegue transformar-se nele. Vincent está perto de alcançar o seu sonho, mas o assassinato do director de Gattaca complica tudo. Conseguirá Vincent esconder a sua identidade de Inválido?

A história está muito bem conseguida, a mensagem transmitida é bastante clara: nada é impossível, mesmo dentro da “ditadura” que a Ciência parece impor; aliás, não há gene para o destino. É uma história sobre a persistência e a esperança, dentro de uma sociedade delineada pelo imperativo genético. 
O filme foi escrito e realizado por Andrew Niccol, e este fez um magnífico trabalho. O realizador pensou em diversos pormenores em todas as cenas: as cenas das trocas de material genético entre Vincent e Jerome estão imaculadas; a cena em que Vincent e o irmão Válido disputam a nado é completamente comovente, como se de uma experiência espiritual se tratasse. Andrew Niccol pensou em tudo isso e muito mais, de modo a nos transmitir a sua mensagem. Até o título do filme, Gattaca, é baseado nas bases azotadas do DNA. 

Gostei imenso da separação das “classes sociais”, os Inválidos e os Válidos: os filhos de Deus e os filhos da Ciência. Andrew Niccol explora isto muito bem, contrapondo a engenharia genética/eugenia social com o acaso da natureza/”impurezas” genéticas. É neste dualismo do acaso/planeamento que o filme ganha forma. Outro paradoxo interessante é o apelido da personagem principal que, sendo um Inválido condenado pelo seu código genético, é Freeman (homem livre).
Toda a película sofre uma série de alterações ao longo do tempo, passando por parecer um filme policial, suspense ou drama. Contudo, é inegável dizer que é a ambição de Vincent que conduz a trama, a sua revolta contra a classe social elevada com genes perfeitos.
A performance dos actores é simplesmente brilhante. Ethan Hawke está verdadeiramente fantástico, no papel de alguém cuja vida é limitada imediatamente à nascença. Jude Law consegue aqui uma performance digna e imbatível, das melhores da sua carreira.Uma Thurman e o veterano Alan Rickman são muito competentes e credíveis.Especial destaque para a banda sonora do compositor Michael Nyman. É uma banda sonora instrumental e fenomenal, que se coaduna com o espírito do filme.

Em suma, Gattaca constitui um dos melhores e mais inteligentes filmes de Sci Fi, que conta com um magnífico elenco e argumento. Só posso deixar aqui a minha recomendação obrigatória a todos. É um filme que vos deixará a pensar e que dispensa de qualquer tipo de efeitos especiais ou explosões para de facto ser um clássico de ficção científica.


EXAME

Realização: 9/10
Actores:
9/10
Argumento/Enredo:
9/10
Duração/Conteúdo:
8/10
Banda Sonora: 8/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador:
9/10

Média global: 8.6/10

Crítica feita por Joana Queiroz


Informação


Título em português:
Gattaca
Título original:
Gattaca
Ano:
1997
Realização: Andrew Niccol

Actores: Ethan Hawke, Uma Thurman, Jude Law, Alan Rickman, Gore Vidal

Trailer do filme:





VER TAMBÉM:

TOP Ficção Científica - Década de 90


As Escolhas de Jota

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A Melhor Despedida de Solteira (2011)

By Sarah - terça-feira, agosto 02, 2011
Quando vi o trailer de Bridesmaids soube instantaneamente que o teria de ver ao cinema, o mais rápido possível. Despertou-me imensa curiosidade ver uma comédia totalmente liderada por mulheres que parecia genuinamente engraçada, pois é totalmente refrescante essa noção. Pareceu-me igualmente ser um filme em que se apostava seriamente na vertente humorística, e fiquei mesmo com a ideia de que ia-me deparar com cenas verdadeiramente engraçadas. Adianto desde já que fiquei desiludida por algumas cenas que constam no trailer não aparecem no produto final. Mesmo assim não invalida o sucesso do filme.

Esta comédia tem uma premissa simples: Annie tem a sua vida numa verdadeira desgraça, pois não só está falida, como também está mal de amores. Quando a sua melhor amiga Lilian lhe revela que vai se casar, Annie terá a difícil tarefa de ser a
dama de honor, tarefa esta que se vai revelar muito mais difícil do que ela imaginava. A história não é propriamente inovadora, ou seja, não é muito diferente da de outras comédias românticas. Já sofreu até mesmo comparações com o filme "A Ressaca", apesar de considerar que pouco tem a ver. "A Melhor Despedida de Solteira" conta com um argumento inteligente e divertido, com cenas bastante hilariantes, mas não deixo de pensar que poderia ir mais longe, ou ser menos simples. Curiosamente foi Kristen Wiig, que interpreta a personagem principal, que co-escreveu o roteiro. Considero que fez um trabalho satisfatório, apesar de não ser totalmente inovador.

Um grande ponto positivo de Bridesmaids é que é um filme de mulheres genuínas. São personagens imensamente bem construídas, diferentes e interessantes que qualquer mulher facilmente se poderá identificar. Cada uma tem os seus dramas e histórias, e acho mesmo que essas diferenças trazem bastante dinâmica e interesse ao filme. E claro que cada personagem conta com uma fantástica actriz a interpretá-la. A minha única e principal
crítica é que a personagem principal Annie, interpretada por Kristen Wiig, consegue rapidamente passar de adorável e engraçada, a chata e irritante. Achei que várias cenas no filme a personagem está demasiado exagerada. Sei que o objectivo provavelmente seria evidenciar a crise nervosa, mas achei demais. No entanto, no geral, todo o elenco oferece-nos performances de verdadeira qualidade, destacando a actriz Melissa McCarthy, no papel de Meagan.

Não me enganei na minha primeira impressão: sem dúvida que é uma comédia bastante sólida que proporcionará momentos verdadeiramente hilariantes. Só que, não sendo isento de falhas, falta-lhe aquela consistência que evitaria o filme de cair no esquecimento. Porém, recomendo vivamente a irem ver (e não, não é só um filme para raparigas!), especialmente se procuram passar um bom momento no cinema, porque nesse espírito não se desiludirão com certeza.


EXAME


Actores: 8/10
Realização:
7/10
Duração/Conteúdo:
6/10
Argumento/Enredo: 6.5/10
Transmissão da mensagem para o espectador:
7/10

Média Global: 6.9/10


Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação

Título em português:
A Melhor Despedida de Solteira
Título Original:
Bridesmaids
Realização:
Paul Feig
Ano: 2011
Actores:
Kristen Wiig, Jessica St. Clair, Terry Crews, Rose Byrne, Maya Rudolph

Trailer do filme:


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TOP 5 Melhores Filmes - Nicole Kidman

By Sarah - segunda-feira, agosto 01, 2011
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Nicole Kidman é indiscutivelmente das melhores actrizes da nossa geração, já tendo sido nomeada 3 vezes aos Óscares, arrecadando o prémio em 2003, com o filme "The Hours". Eu pessoalmente gosto imenso dela e dos seus filmes, pois nunca desilude e proporciona-nos sempre performances de grande qualidade. É sempre um grande prazer vê-la, pois não só é belíssima, como também é sempre muito sensata nas escolhas dos seus papéis, o que significa que podemos sempre esperar grandes filmes quando é Kidman a protagonista.

A lista que se segue enumera os cinco melhores filmes que, na minha opinião, Nicole Kidman protagoniza. É um trabalho difícil, pois não há um filme de Kidman que seja mau. Não hesites em partilhar connosco a tua opinião acerca desta fantástica actriz.



1. Moulin Rouge (2001)

Mas havia alguma dúvida que seria Moulin Rouge a atingir o 1º lugar? Em Moulin Rouge, Kidman demonstra-nos a sua versatilidade e verdadeiro talento, ao interpretar na perfeição a cortesã Satine. Para além de ser uma actriz fantástica, também faz um óptimo trabalho a cantar. E não deve ser nada fácil soar bem quando a pessoa com quem se faz duetos é o maravilhoso Ewan Mcgregor. Sem dúvida que Nicole arrasa neste filme e, na minha opinião, deveria ter ganho o Óscar de Melhor Actriz.

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2. The Hours (2002)

"As Horas" é um filme bastante particular e único. Achei-o sublime simplesmente. Arrecadou diversas nomeações aos Óscares, incluindo o Melhor Actriz, tendo Kidman finalmente levado o prémio para casa. É, sem sombra de dúvidas, dos mais espectaculares desempenhos de Nicole Kidman, quase que nem a reconhecia, aliás, acho que só sabemos que é ela através da voz. É uma fantástica interpretação.

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3. The Others (2001)

"Os Outros" é um filme de 2001 protagonizado por Nicole Kidman, intrigante de início ao fim, e que revela ser bastante surpreendente, sendo, na minha opinião, dos melhores filmes de suspense da década de 2000. Atrevo-me a dizer que é das melhores interpretações de Nicole Kidman, pelo menos a nível de credibilidade. Absolutamente imperdível!



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4. Cold Mountain (2003)

Gosto muito de filmes de guerra e considero que Kidman esteve bastante bem no papel de Ada Monroe, a mulher que espera amarguradamente o regresso do seu marido durante a Guerra Civil.

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5. Rabbit Hole (2010)

É talvez uma surpresa para muita gente este filme constar no TOP, mas o certo é que considero a performance de Kidman em Rabbit Hole absolutamente majestosa, com elevado peso e carga emocional, em que Kidman obteve uma merecida nomeação aos Óscares 2011.

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Claro que existem diversos outros papéis em que igualmente se destacou, mas estes cinco são para mim os melhores. Espero continuar a ver Kidman em grandes filmes, apesar de ultimamente ter vindo a aparecer menos.

E vocês, quais filmes de Nicole Kidman consideram ser os melhores? Partilhem connosco a vossa opinião!

por Sarah Queiroz
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Larry Crowne (2011)

By Sarah - sábado, julho 30, 2011
Larry Crowne é daqueles filmes que à primeira vista não se sabe o que se esperar, e talvez tenha sido essa a razão pela qual não foi particularmente bem recebido pelas críticas. Tom Hanks volta a sentar-se na cadeira de realizador e demonstra que é, de facto, multifacetado e talentoso, ao proporcionar-nos um filme simples, mas ao mesmo tempo irresistível e enternecedor. Adoro ter este tipo de surpresas, ir ao cinema e deparar-me com um filme completamente diferente do que estava à espera (pela positiva é claro!), pois a verdade é que à muito tempo um filme não me fazia rir tão genuinamente como este fez. Claro que não está isento de falhas, aliás não são poucas, mas adianto desde já que é uma agradável surpresa.

Sem dúvida alguma que o atractivo principal do filme assenta no seu elenco, pois brilhante é dizer pouco das actuações. O desempenho de Tom Hanks não poderia ser melhor, é incrivelmente fácil apaixonarmo-nos pela personagem principal, que apesar de todos os obstáculos que encontra, enfrenta-os sempre com grande positivismo. Julia Roberts, que ultimamente tem escolhido papéis ligeiramente duvidosos, entrega-se completamente a este papel, proporcionando-nos uma actuação absolutamente majestosa. O que me ri com Roberts neste filme... Esta dupla encarrega-se das cenas mais caricatas do filme, que deixarão qualquer um com a cara a doer de tanto rir.

O filme acompanha o amável e trabalhador Larry Crowne (Tom Hanks), que é subitamente despedido da empresa onde trabalhava, por não deter uma formação superior. Afundado em dívidas e à beira da falência, Cr
owne decide matricular-se na faculdade para poder ter hipóteses de vir a ser contratado numa empresa melhor. É na faculdade que Larry conhece e desenvolve uma paixão inesperada pela sua professora Mercedes Tainot (Roberts), uma mulher que perdeu a paixão por ensinar, mas que influenciará positivamente Larry.
Com uma narrativa pouco desenvolvida e sem grandes enredos, o filme poderá cair
na categoria de enfadonho ou aborrecido, pois é igualmente extenso demais, e houve alturas em que pensei que o argumento podia ser bastante melhor. No entanto, o filme cumpre os seus objectivos mínimos. A mensagem que procura transmitir é bastante simples e eficaz: Quando temos todos os motivos para pensar que nada mais temos para dar, eis que a vida dá uma volta inesperada e encontramos várias razões para continuar a viver.

Rapidamente concluo, ao dizer que é um filme que vale a pena assistir, pois garante boa disposição e tem actores formidáveis nos principais papéis.

EXAME


Actores: 8/10
Realização:
6.5/10

Duração/Conteúdo: 6/10
Argumento/Enredo: 5/10
Transmissão da mensagem para o espectador: 8/10

Média Global: 6.6/10

Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português: Larry Crowne
Título Original: Larry Crowne
Realização: Tom Hanks
Ano: 2011
Actores: Tom Hanks, Julia Roberts, Cedric The Entertainer

Trailer do filme:

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Insidious (2010)

By Sarah - segunda-feira, julho 11, 2011
"It's not the House that's Haunted."

Quando filmes deste género parecem não ser propriamente inovadores, que de longe
assustam como antigamente, e contando com as constantes desilusões que se apanham por aí em termos de produções de terror moderno, eis que James Wan aparece com Insidious para nos contradizer, voltando a surpreender. Nunca duvidei do seu talento, especialmente quando tem a ajuda do argumentista Leigh Whannell. Ambos, mais uma vez, demonstraram ser uma dupla extremamente competente (foi a dupla responsável pelo filme Saw) e conseguem proporcionar ao espectador um filme que, decerto, deixará apavorado qualquer um, pois durante o filme é criado um clima de tensão onde o medo do que está por vir é absolutamente constante. Confesso que criei algumas expectativas quando vi o trailer, porque a minha primeira impressão foi bastante positiva, e sabia que me esperava um filme decente. Felizmente, estava certa.

Uma família que acabou de se mudar para uma casa nova descobre que um espírito do mal está na casa. Ao mesmo tempo, o filho do casal entra em coma de maneira inexplicável. Tentando escapar das assombrações e para salvar o filho, eles mudam novamente de casa e chamam uma equipa de especialistas do oculto para os ajudarem, apercebendo-se de algo terrível que os deixa desesperados: não era a casa que estava mal-assombrada...
Relativamente a filmes de terror, existem sempre fórmulas e clichès que, por mais que se tente, são na maior parte das vezes impossíveis de escapar. Assim, a premissa de Insidious, de facto, não parece diferir das restantes histórias fantasmagóricas ao estilo Poltergiest (digamos que não é propriamente original), contudo, não deixa de ser um verdadeiro sucesso no que toca ao medo psicológico que causa e à atmosfera de ansiedade que cria. Aliás, de todos os pontos positivos de Insidious, o mais atractivo acaba por ser o mais simples: é mesmo muito assustador. É um filme que se consegue autonomizar dos restantes devido à fantástica habilidade do realizador de potencializar todos os elementos envolventes do filme, desde o ambiente em si, aos silêncios, às sensações, ao suspense. A primeira e segunda parte do filme ocupam-se da criação do suspense (o que consegue ser genuinamente aterrador e a sensação de inquietude e claustrofobia são inevitáveis), enquanto que a última parte proporciona um festival de gritos (sustos dos mais memoráveis de sempre).

Para uma primeira tentativa de realizar um filme de puro terror, James Wan saiu-se muitíssimo bem, sendo este filme uma agradável surpresa apesar das eventuais imperfeições. A imperfeição principal acaba por ser os tropeções que o argumento acaba por dar, ocasionalmente confuso e pouco consistente, e a sensação de que a última parte do filme não corresponde àquilo que se espera, não obstante a quantidade de sustos que se apanha.
Patrick Wilson e Rose Byrne são excelentes actores, perfeitos para os papéis do casal preocupado. Acho Byrne uma actriz fabulosa, incrivelmente versátil, e em Insidious está bastante bem.

É um filme que recomendo imenso, é mesmo muito acima da média, não percam a oportunidade de ver ao cinema. Insidious é a montanha-russa do ano! Tenso, angustiante e macabro...

EXAME


Actores:
8/10

Realização:
8/10

Fotografia: 8/10
Duração/Conteúdo: 8/10
Argumento/Enredo:
7/10

Transmissão da mensagem para o espectador:
7/10


Média Global: 7.7/10


Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português:
Insidioso
Título
Original: Insidious
Realização:
James Wan
Ano:
2010
Actores: Patrick Wilson, Rose Bryne, Lin Shaye, Barbara Hershey

Trailer do filme:


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Hanna (2011)

By Pedro Gonçalves - domingo, julho 10, 2011
“I’ve Just Missed Your Heart”

Sempre ti
ve um carinho especial por filmes com títulos assim, uma única palavra poderosa e misteriosa, que causa impacto e aguça a curiosidade e as expectativas. Então se estamos na presença de um único nome próprio, simples mas forte, escrito com um trago soviético, associado a um bom elenco e a um bom trailer, é, na minha opinião, a perfeição no que toca à divulgação de um filme.
Hanna é uma jovem de dezasseis anos que vive isolada do mundo juntamente com o seu pai, Erik (Eric Bana), numa s
elva bem longe das metrópoles. Durante dezasseis anos, Erik treinou a sua filha para ser invencível e uma assassina perfeita, contando já com a inevitável perseguição que Marissa Wiegler (Cate Blanchett) iria fazer a ambos. Parece uma premissa simples? Sim, de facto é, mas também estou a ocultar algumas coisas para não revelar demasiado, visto que se trata de uma história cujos pormenores essenciais vamos descobrindo ao longo do filme. É uma história simples e nada recorrente, mas que em algumas das suas vertentes nos consegue entreter e prender.

Passando agora às minhas apreciações, a primeira grande ovação só pode mesmo ir para os actores e em especial para a jovem Saoirse Ronan que tem uma interpretação soberba na pele de Hanna. A inocência, o desconhecimento geral do mundo, a frieza, o instinto assassino, os sentimentos que transparece e a contracena apaixonante que desenvolve com outra jovem, Jessica Barden, a excêntrica e ignorante Sophie que conhece Hanna e acaba por lhe mostrar o lado mais bonito e puro da vida. Depois Cate Blanchett no papel de vilã, se já venerava esta actriz,
passo a respeitá-la ainda mais depois desta maléfica Marissa Wiegler que foi muito bem conseguida. Cate Blanchett consegue acertar em tudo, nos olhares, na entoação das palavras, nos movimentos, no cinismo, uma perfeita vilã. Eric Bana está consistente no papel homónimo que desempenha, protagoniza uma cena de luta que é muito bem realizada e consegue acrescentar ainda mais beleza à personagem de Hanna nas contracenas que desenrola com ela, tanto as mais frias e as mais emotivas. Nota muito positiva ainda para o bizarro, excêntrico e lunático Isaacs (Tom Hollander – “Valquíria”, “Piratas das Caraíbas”, “O Solista”) e para os seus compinchas. Devo dizer que foi uma personagem que pisou a ténue linha que separa o sucesso do fracasso quando se arrisca desta forma, na medida em que é uma personagem com traços muito parecidos com a de algumas personagens “Tarantinescas”, nomeadamente a famosa Elle Driver e o seu inesquecível assobio, de “Kill Bill”. Ainda assim, é mais um vilão que arranca uma grande interpretação e que acrescenta um pequeno sentimento de comédia negra à trama. Em suma, uma direcção de actores muito bem conseguida, não houve um único a destoar, muito bom mesmo.

No que toca à concretização da história, adorei o estilo de realização de Joe Wright. Em nenhuma altura se esqueceu de sincronizar os movimentos da câmara, com os
movimentos da Hannah e com a S-O-B-E-R-B-A banda sonora que os The Chemichal Brothers compuseram para este filme. Joe Wright tirou o melhor partido dela, especialmente nas músicas aliadas aos vilões da história e ainda mais na cena em que Hanna foge do centro de detenção em que está presa. Uma cena muito bem conseguida e talvez a melhor do filme, extremamente bem filmada. Os cenários bizarros e ao mesmo tempo vagos, quase surreais, que servem de palco para esta história foram muito bem escolhidos e caracterizados. Afinal estamos na presença de uma história também ela quase surreal, mas o pano de fundo do filme vai de encontro àquilo que as personagens nos mostram. Em todas elas vemos a inocência e bondade norte-americana a contrastar com o rígido sotaque alemão e a mafiosa atitude russa e nesse aspecto devo dizer que me impressionou a capacidade que toda a equipa técnica do filme teve em fazer resultar essa equação de elementos.

A única falha do filme é mesmo no início. Nas cenas iniciais do filme testemunhamos o treino árduo que Hanna fez com o seu pai ao longo de vários anos e nessa altura vamos ficando com água na boca para as cenas em que Hanna vai dar uma sova em quem ouse colocar-se no seu caminho. Ficamos tempo demais à espera disso, Joe Wright perde-se um pouco a relatar o primeiro contacto de Hanna com o mundo e com as pessoas e apesar de isso ser uma vertente necessária, retirou um pouco daquilo que se esperava da personagem principal.
Mas penso que é mesmo a única falha. O final é fácil e sensorialmente criticável por ser tão simples e tão repentino e terminar numa completa matança, mas talvez se fosse feito de outra maneira ficasse pior. Penso que foi o final adequado e o mais “justo”.

Em suma, um filme que me entreteve, pela sua original história, mas pelo trabalho dos actores e pelas magníficas contracenas que testemunhamos nesta película. Mais uma vez refiro também a banda sonora do filme, das melhores que ouvi nos últimos tempos.
Um bom filme, foi de encontro às minhas expectativas. Espero ver esta pequena actriz muito brevemente a encarnar outra personagem.


EXAME

Realização: 8.5/10
Actores: 10/10
Argumento: 8/10

Duração/Conteúdo: 7/10

Fotografia/Cenários: 9/10

Banda Sonora: 10/10
Transmissão da ideia principal para o espectador: 8/10


Média Global: 8.6/10

Crítica feita por Pedro Gonçalves

Informação

Título em português:
Hanna
Título Original:
Hanna
Realização:
Joe Wright
Ano:
2011
Actores:
Saoirse Ronan, Cate Blanchett, Eric Bana, Tom Hollander

Trailer do filme:



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