Depois do Cinema

TOP 15 Depois do Cinema

By Sarah - sexta-feira, setembro 10, 2010
Em seguida, apresentamos a lista dos 15 filmes que obtêm as pontuações mais elevadas nas nossas análises, por ordem crescente de pontuação. Claro está, é uma lista sujeita a constantes alterações.




15. The Hangover
Pontuação: 7.9/10
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14. 300
Pontuação: 8/10
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13. Night of The Living Dead
Pontuação: 8/10
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12. Drag Me to Hell

Pontuação: 8.1/10
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11. A Troca

Pontuação: 8.3/10
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10. Shaun of The Dead

Pontuação: 8.3/10
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9. Blind Side
Pontuação: 8.4/10
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8. Pulp Fiction
Pontuação:
8.6/10

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7. Sweeney Todd
Pontuação: 8.8/10
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6. Amadeus
Pontuação: 8.9/10
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5. Cães Danados
Pontuação: 8.9/10
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4. Bolt
Pontuação: 9/10
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3. Eduardo Mãos-de-Tesoura
Pontuação: 9.2/10
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2. Dark Knight
Pontuação: 9.3/10
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1. Ensaio sobre a Cegueira
Pontuação: 9.6/10

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The Dark Knight (2008)

By Jota Queiroz - quinta-feira, setembro 09, 2010
"Some man just like to watch the world burn."

Excelente. Inteligente. Surpreendente. Imprevisível. Intocável. Ah, e… já disse excelente, não já?
The Dark Knight é o filme de 2008 que constitui a sequela do filme Batman Begins de 2005, realizado por Christopher Nolan.
Foi nomeado para oito Óscares da Academia, tendo ganho dois: um deles foi de melhor actor secundário para Heath Ledger, que interpretou o clássico Joker: muito bem merecido.
Não é o típico filme de super-herói como a saga de Batman de Tim Burton, nem um típico filme de acção. É um inteligente reflexo da sociedade que nos rodeia, da condição humana dos dias de hoje. 
O filme arranca primeiramente com um assalto ao Banco de Gotham City, administrado por Joker e em plena luz do dia. É perceptível que a criminalidade em Gotham City está pior do que nunca. Batman e Jim Gordon decidem incluir o novo promotor público, Harvey Dent, no seu plano de acabar o crime. A aliança de Jim Gordon, Batman e Harvey Dent contra o crime revela-se eficaz, até que se deparam com a mente brilhante e caótica de Joker. Este vilão força Batman a pisar a linha entre o ser herói e o ser vigilante, enquanto leva Gotham para a anarquia.
Mais da sinopse não devo revelar: o filme tem uma história incrível e tem surpresa atrás de surpresa.

O realizador fez uma sequela BRILHANTE. As cenas de acção estão magnificamente equilibradas com cenas mais moderadas e dramáticas. Christopher Nolan utilizou a tecnologia IMAX em algumas das cenas de acção, incluindo a grandiosa cena inicial, e ter visto isso no cinema foi excepcional. As cenas gravadas em Hong Kong são espectaculares. Agora, que tenho o filme em Blu-Ray, consigo desfrutar de cada pormenor de cada cena, com uma fotografia lindíssima!
Todas as críticas aclamam o filme, e eu não vou ser excepção. A história é incrivel, tanto como a premissa, que é concretizada de uma maneira magnífica e mergulhada em metáforas inteligentes. A premissa da linha que separa o correcto do errado e do infindável sofrimento das nossas emoções e que nos fazem ultrapassar essa linha. Isto é levado ao extremo em Dark Knight, e é perceptível nas personagens: Bruce Wayne, quando tem de fingir ser alguém que não pode ser,na Rachel Dawes, ao testar a sua fidelidade, no Jim Gordon, para bem da família e no Harvey Dent que nem preciso de explicar porquê. A cena das pessoas presas nos barcos confrontadas com uma escolha impossível é a concretização completa desta premissa, da escolha. A premissa de que, com a dose certa de caos, todos nós nos podemos tornar em psicopatas assassinos.

O filme tem um excelente argumento, diálogos perfeitos, cenas muito bem trabalhadas e com as doses de acção muito equilibradas, tal como a sua dose de comédia: nunca esquecerei a mediática cena do "Nurse Joker".
Os paradoxos estão presentes, e estão tão suavemente destacados que é uma
delícia observar. Posso dar um exemplo:o nome de White Knight do Harvey Dent, em contraste com Dark Knight de Batman, e da conclusão final de que a salvação nem sempre está na luz. O filme é grande, mas não se nota.

A minha personagem favorita, escusado será dizer, é o Joker. O nada conseguir tocá-lo, comovê-lo e a imprevisibilidade que impera na sua cabeça é impressionante. Genialmente caótico .Não se pode negociar com ele, como o parar? Faz-me lembrar a magnífica fala de Alfred, o mordomo : "Some man just like to watch the world burn..." . O Heath Ledger fez um magnífico trabalho com a personagem (bye Nicholson!). A interpretação é lendária e conseguimos mesmo ver que o Joker é, de facto, o maior inimigo do Batman. Poderia fazer uma crítica inteira apenas sobre o magnífico trabalho do Heath Ledger ! O actor roubou completamente a ribalta ao protagonista; e não é que seja indigno: é fantástico observar o desenvolvimento da personagem Joker, ao passo que já pudemos assistir a esse mesmo do Batman/Bruce Wayne, no filme anterior. Os restantes actores estão igualmente suberbos, de realçar Christian Bale - em que se nota uma crescente evolução, Gary Oldman - mais sólido do que o filme anterior e Aaron Eckhart, que me surpreendeu pela positiva e fez uma interpretação magnífica de Harvey Dent ! O mesmo não posso dizer de Maggie Gyllenhaal... preferia que Katie Holmes continuasse a desempenhar a personagem Rachel Dawes.

Para acompanhar a atmosfera sombria, temos uma excelente banda sonora, com dois brilhantes maestros: James Newton Howard e Hans Zimmer. De tirar o chapéu!


Para concluir, quero salientar que esta crítica diz realmente muito pouco do que o filme é realmente. Não consigo resumir mais, nem poderei dizer mais para não estragar a visualização do filme. Há quem ache que o filme é sobreestimado; eu cá acho que o Cavaleiro das Trevas é o melhor filme de 2008, senão o de sempre. Uma obra prima genial!

EXAME

Realização: 9/10
Actores: 9/10
Argumento/Enredo: 10/10
Duração/Conteúdo: 9/10
Efeitos/Fotografia: 10/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 9/10

Média Global: 9.3/10


Crítica feita por Joana Queiroz


Informação
Título em português: O Cavaleiro das Trevas
Título original: The Dark Knight
Ano: 2008
Realização: Christopher Nolan
Actores: Christian Bale, Heath Ledger, Gary Oldman, Aaron Eckhart, Michael Cane

Trailer do filme:

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George A. Romero em Portugal

By Sarah - quinta-feira, setembro 09, 2010
O MOTELx, festival internacional de cinema de terror de Lisboa, cuja 4ª edição vai-se realizar entre 29 de Setembro e 3 de Outubro no Cinema São Jorge, contará com a participação muito especial do verdadeiro mestre de terror e pioneiro do género zombie, George A. Romero. O realizador vai apresentar o seu último filme "Survival of the Dead".
Eu já estou lá garantidamente, George Romero é dos meus realizadores preferidos, e esta é uma oportunidade fantástica.
No entanto, o festival contará com diversas outras coisas igualmente imperdíveis para qualquer fã do género terror, podes conferir a programação e obter outras informações através do site oficial: http://www.motelx.org/


Podes também conferir as nossas críticas a filmes de George A. Romero:
- Diário dos Mortos (2007) - http://depoisdocinema.blogspot.com/2008/12/diary-of-dead-2007.html
- Night Of The Living DeD (1968) - http://depoisdocinema.blogspot.com/2010/05/night-of-living-dead-1968.html
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Estreia da Semana!

By Sarah - quarta-feira, setembro 08, 2010

"Até ao Inferno" estreia amanhã nos cinemas portugueses. É uma estreia bastante demorada no território nacional, visto que estreou nos E.U.A em Maio de 2009. Mas neste caso mais vale tarde do que nunca, visto que na minha opinião é um filme bastante bom.

"Drag Me to Hell" conta a história de Christine Brown, uma agente financeira que tendo uma vida bastante boa e um namorado brilhante (Justin Long), anseia ter uma promoção. Para impressionar o seu chefe (David Paymer), nega o pedido de empréstimo a uma velha e doente cigana chamada Sylvia Ganush (Lorna Gaver) fazendo com que esta perca a sua casa. Sentido-se humilhada, Ganush decide vingar-se e lança uma maldição a Christine, condenando-a a 3 dias de verdadeiro terror ao receber visitas do demónio "Lamia". Acontece que, se no prazo de 3 dias, Christine não arranjar maneira de acabar com a maldição, é literalmente arrastada para o inferno.

A crítica do filme já se encontra no blog, não hesites em dar uma espreitadela! Depois de veres o filme partilha connosco a tua opinião.

http://depoisdocinema.blogspot.com/2010/04/drag-me-to-hell-2009_11.html



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The Hangover (2009)

By Sarah - segunda-feira, agosto 30, 2010
"Some guys just can't handle Vegas."

"The Hangover" é um filme, permitam-me já adiantar, bastante refrescante e inovador. Desde um bebé abandonado num armário a um tigre enfiado numa casa de banho, este filme tem de tudo. Apesar do filme parecer que vá ser daqueles filmes de comédia super comerciais com um argumento pouco profundo que não valem grande coisa (o trailer não me impressionou), "The Hangover" acaba por superar qualquer expectativa e torna-se numa deveras agradável surpresa. Hilariante é dizer pouco. Ou talvez seja dizer tudo, pois "The Hangover" quase que é a definição da palavra. O filme proporciona momentos verdadeiramente caricatos, especialmente as cenas protagonizadas por Zach Galifianakis.

Aliás, Bradley Cooper, Ed Helms e Zach Galifianakis são o trio perfeito e estão absolutamente fantásticos no filme. Posso dizer que foi dos poucos filmes que conseguiu fazer-me cair da cadeira de tanto rir.
Fiquei um bocado hesitante relativamente a Bradley Cooper, isto porque não sabia que ele era capaz de fazer comédia tão bem. Cooper no filme está um idiota completo. Já Ed Helms, comediante contemplado, bastante subestimado na minha opinião, fez o papelão que já esperava que ele fizesse. Zack Galifianakis rouba o espectáculo, que show que este homem dá! O filme também conta com a participação de Heather Graham e Mike Tyson, ambos também a contribuir bem para o sucesso do filme.

"The Hangover" conta a história de 4 homens. Phil (Bradley Cooper), é um professor casado que está completamente aborrecido com a sua vida. Stu (Ed Helms), é um dentista "nerd" que tem uma namorada horrível que controla-o constantemente. Alan (Zach Galifianakis), é um homem um pouco estranho e anti-social, cuja irmã se vai casar com Doug (Justin Bartha). Ora o filme desenrola-se em Las Vegas onde estas 4 personagens decidem passar a despedida de solteiro de Doug. No dia seguinte deparam-se com uma situação de doidos: o quarto de hotel está completamente destruído, têem um bebé no armário, um tigre na casa de banho e Doug está desaparecido. Para além destes problemas, ainda há outro. Eles não se lembram de nada e o Doug vai se casar no dia seguinte. Alan, Phil e Stu terão que fazer de tudo para descobrir o que fizeram durante a noite e encontrar Doug antes que seja tarde demais.
O filme conta com um argumento bastante engraçado, é uma história simples que envolve momentos absurdos e hilariantes, que por vezes apresenta sequências um pouco irrealistas e estúpidas, mas penso que faz parte do género. O que importa é que apesar do irrealismo de algumas cenas, as cenas mesmo assim são executadas na perfeição e concretizadas convenientemente. Para além deste, outro pontos negativos que devo realçar, é o pouco desenvolvimento das personagens. O enredo, assim, não é nada de especial, mas a sua concretização soberba eleva "The Hangover" ao filme cómico do ano, se não dos melhores filmes de comédia da década.


É um filme altamente recomendável e imperdível, pois é genuinamente engraçado. Todd Phillips está de parabéns, pois realizou um grande filme. Que venha o "The Hangover 2", já anunciado para uma estreia a Julho de 2011.



EXAME

Realização: 8/10
Actores: 10/10
Argumento/Enredo: 7/10
Banda Sonora: 7.5/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média Global: 7.9/10

Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português: A Ressaca
Título Original: The Hangover
Realização: Todd Phillips
Ano: 2009
Actores: Bradley Cooper, Ed Helms, Zach Galifianakis, Mike Tyson

Trailer do filme:

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SAW VI (2009)

By Sarah - domingo, agosto 15, 2010
A saga Saw sempre constou nas minhas preferências. O primeiro filme é de uma genialidade imensa, e o facto de ser low budget ainda é mais impressionante, pois conseguiram um filme fantástico com tão poucos meios. E os filmes que sucederam não foram muito maus, mas ficavam sempre na sombra do primeiro. Só que a qualidade dos filmes ia decaíndo, e bastante mesmo. Isto porque o SAW V, na minha opinião, é mesmo o pior filme da saga, e deixou-me com uma sensação de vazio imensa. Demasiados flashbacks, muito confuso. Basicamente foi apenas uma desculpa para fazerem outro filme.
Pergunto-me: "Será que o SAW já deu o que tinha a dar, e estão a esticar demasiado o conceito ao ponto de se tornar cansativo? O que é que o SAW VI poderá trazer de novo, para ser de facto um filme bom?". Foram com estas perguntas na minha cabeça que fui ver o filme, ou seja, com uma disposição espectacular e com umas boas expectativas.

Devo já adiantar que o SAW VI apresenta uma melhoria imensa relativamente ao filme anterior. Nem se compara. A história está melhor trabalhada, isto é, apresenta uma estrutura sequencial mais organizada que devolveu-me o sentimento de estar a torcer pela personagem principal, o que já nao acontecia à muito (dava por mim a querer logo que as personagens morressem para acabar logo com a minha tortura...)! Outro ponto positivo em relação ao SAW V, é que no sexto já não temos um desenrolar lento da acção, isto porque as cenas acontecem mais rápido e mais fortes, com armadilhas mais inovadoras, e com plot twists do melhor e é isso basicamente que define o conceito do filme (que perdeu-se imenso no SAW V). Isso não quer dizer, no entanto, que o argumento seja espectacular, não obstante a melhoria na organização e na exposição.
O filme segue duas linhas de acção, a primeira conta com o Detective Hoffman a tentar dar a volta e estar um passo à frente em relação à investigação do FBI, iniciando a segunda linha de acção que segue um homem chamado William, que é a vítima principal do filme, que é sujeito a inumeros testes mortais. Devo realçar que este aspecto está mesmo muito melhor conseguido neste filme, pois as armadilhas são sucessivas e mais intrigantes e contribui de facto para um ambiente sufocante e aquela vontade de torcer pela personagem principal. Prefiro não entrar em muitos pormenores relativamente à história, pois assim os spoilers seriam inevitáveis.
O SAW VI conta com a presença da vencedora da série da MTV "Scream Queen" Tanedra Howard. Bom desempenho, apesar de curto, por parte da actriz, que demonstrou muita credibilidade e provou ter muita qualidade. Tobin Bell é um verdadeiro senhor que apresenta-se sempre cada vez melhor no seu papel de John Kramer, tal como Shawnee Smith (Amanda), simplesmente adoro-a e é sempre um prazer vê-la novamente. Agora não sei se é pela personagem que interpreta (Detective Hoffman), mas eu não consigo gostar do trabalho de Costas Mandylor. Ou secalhar está mesmo a fazer um óptimo trabalho, porque odeio muito a personagem.

Apesar do filme de facto demonstrar melhorias, não é perfeito, na medida em que continuo a achar que estão a extender demasiado o conceito do filme, pois não era necessário terem chegado ao sexto. No entanto, para quem é fã da saga, é de facto imperdível. Melhor que o SAW V, sim, mas não me parece que seja o SAW VI a ultrapassar a qualidade do primeiro. Mas que venha o SAW VII. O último, esperemos.

EXAME

Realização: 6/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 6/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da ideia principal do filme para o espectador: 7/10

Média Global: 6.8/10

Crítica feita por Sara Queiroz

Informação

Título em português: Jogos Mortais VI

Título Original: SAW VI
Ano: 2009
Realização: Kevin Greutert

Actores: Tobin Bell, Costas Mandylor, Mark Rolston

Trailer do filme:

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300 (2006)

By Sarah - domingo, agosto 15, 2010
"THIS IS SPARTAA!"

A primeira palavra que encontro para descrever 300 não será algo que traga grande surpresa: o filme é ÉPICO. Baseado na banda-desenhada "Os 300 de Esparta" de Frank Miller e protagonizado por Gerald Butler, o filme parecia já ter tudo, a priori, para ser bem sucedido. Eu falo por mim que, quando vi o trailer, fiquei estupefacta com o efeito visual do género Sin City. Isso disse-me logo que poderia esperar um espectáculo visual fantástico. Mas como não é só isso que faz os filmes bons, preferi esperar para ver.
Ver o filme no cinema é uma experiência completamente arrebatadora; é impossível alguém não ter ficado impressionado com os soberbos efeitos visuais que este filme demonstra, que são, absolutamente, dos pontos altos do filme.

Zack Snyder não poderia ter feito melhor trabalho com 300. Já gostava do realizador pelo seu trabalho no remake de Dawn of The Dead (2004), que foi a sua estreia na realização. 300 foi o seu segundo filme e acertou em cheio, sem dúvida, isto porque foi o filme que o fez destacar e deu o prestígio que hoje é-lhe reconhecido. Zack Snyder procurou fazer um filme épico e não falhou na sua concretização: quer seja pela fantástica banda sonora, pela fidelidade à graphic novel de Frank Miller, pela sequência de cenas fantásticas, pelo guarda-roupa fenomenal, 300 não falha. O trabalho de câmara e os efeitos visuais estão fenomenais, propositadamente intencionados para com que pareça com uma obra de arte; De facto, é um doce para os olhos.O essencial e o ponto alto do filme é sem dúvida a acção. É o que o filme tem de melhor: as sequências em slow motion mostram o melhor dos Espartanos, é um autêntico ballet de sangue. Temia a demasiada violência das sequências de luta, mas estão assombrosas no bom sentido.

Gerald Butler não poderia assumir melhor
comando. Interpreta a personagem com uma paixão enorme e é simplesmente fantástico. Consegue transmitir qualquer emoção e faz-nos facilmente cair nas graças da personagem. Felizmente, todos os restantes actores fizeram semelhante trabalho, não tenho qualquer razão de queixa.

Na minha opinião, 300 é um filme bastante único e altamente recomendável. Não é só um filme de acção visto também nos mostrar uma história de um grande amor, mas obviamente envolto num ambiente de guerra e acção.
É dificil não se gostar deste filme, mas diria que é compreensível se não agradar a todos.

EXAME

Realização: 9/10
Actores: 8/10
Argumento/Enredo: 7/10
Banda Sonora: 9/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média Global: 8/10

Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português: 300
Título Original: 300
Realização: Zach Snyder
Ano: 2006
Actores: Gerald Butler, Lena Headey, David Wenham, Rodrigo Santoro

Trailer do filme:

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A quarta parte da saga Twilight será dividida em dois filmes

By Sarah - segunda-feira, junho 14, 2010
Com a estreia próxima de "Eclipse" nos cinemas (30 de Junho), a Summit Entertainment já adiantou que a sequela "Breaking Dawn" (a quarta parte da saga) será dividida em dois filmes, na medida em que se tornaria muito difícil adaptar o livro num único filme.
Contará igualmente com as presenças de Kristin Stewart, Robert Pattison, entre outros actores. Bill Condon realizará ambas as partes.

A primeira parte de "Breaking Dawn" tem estreia marcada para os EUA a 18 de Novembro de 2011, enquanto que a segunda prevê-se que estreie em meados de 2012.



Fica para já, o trailer do Eclipse, que estreará muito em breve.



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Novo poster de Resident Evil Afterlife; Sienna Guillory confirmada

By Sarah - segunda-feira, junho 07, 2010
Já saiu o teaser poster do Resident Evil Afterlife, que estreará mundialmente a 10 de Setembro!
Milla Jovovich confirmou ainda o retorno de Sienna Guillory (Jill Valentine) no filme: "So to answer many of your questions in one fell swoop, yes! The gorgeous and talented Sienna Guillory is back as Jill Valentine in RE4!"
- ("Para responder a muitas questões, sim! A talentosa e linda Sienna Guilory está de volta para interpretar Jill Valetine em RE4!").
A única aparição de Jill Valentine na saga foi no segundo filme, Resident Evil Apocalypse, marcando assim o seu regresso na quarta parte da saga.

Sinopse:

"Num mundo destruído por uma infecção viral, que transforma as suas vítimas em mortos-vivos, Alice continua na sua jornada para encontrar sobreviventes e levá-los para um lugar seguro.
A batalha mortal dela contra a Umbrella atinge níveis mais altos, mas Alice encontra ajuda inesperada de um velho amigo. Ao chegarem ao Alaska, a cidade já se encontra invadida por milhares de zombies, e Alice e seus parceiros, Claire Redfield e Chris Redfield entre outros, estão prestes a cair numa uma armadilha mortal"




Confiram o trailer, em baixo:

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A Nightmare on Elm Street (2010)

By Sarah - domingo, junho 06, 2010
"1, 2, Freddy is coming for you...!".

Freddy Krueger é indiscutivelmente das personagens mais icónicas de sempre. "A Nightmare on Elm Street", dirigido por Wes Craven e contando com a estreia de Johnny Depp enquanto actor, estreou em 1984 e arrebatou enormes críticas favoráveis e iniciou um fenómeno de culto instantâneo que ainda hoje se sente. Não se admire que tenha sido essa a razão pela qual o filme foi escolhido para se fazer um remake. Era algo inevitável. Nunca percebo porque é que acham que fazer um remake de um filme que já é absolutamente brilhante, poderá ser positivo, isto porque ser melhor do que o original é extremamente difícil. Claro está que poderá haver as devidas excepções. Mas defendo sempre que os filme intocáveis, intocáveis devem permanecer. Foi com esta ideia pré-concebida que fui ver o filme ao cinema, ou seja, apreensiva, mas com a esperança miudinha de me poder deparar com uma excepção de remake bem sucedido.
Isto porque sou fã incondicional de filmes de terror e não gosto nada de me desiludir com filmes (apesar de ultimamente ter sido uma constante, visto que é muito complicado conseguir ver um excelente filme de terror hoje em dia)

"A Nightmare on Elm Street" versão de 2010, apesar de apresentar pequenas diferenças no que toca ao argumento (no original Freddy era um assassino de crianças, nesta versão fizeram de Freddy um pedófilo, e no filme não há indicação nenhuma de que ele tenha assassinado alguma criança antes de ter sido morto pelos pais, o que de facto muda um bocado a essência da personagem pois é uma diferença bastante evidente e crucial), pretende fazer um completo remake do filme original, assim, conta-nos a história de um grupo de adolescentes que são aterrorizados nos seus sonhos pelo "assassino" Freddy Krueger. Esse grupo não percebe a razão do assombramento, portanto terão que descobri-lo antes que seja tarde demais.
Samuel Bayer realizou imensos videoclipes, como por exemplo "Green Day - Holiday". Acho que o conselho que se poderá dar a este realizador é que volte para esse mundo, visto que é muito mais bem sucedido aí. Na sua estreia no mundo do cinema, propôs-nos personagens de muito pouco interesse com actores muito mal escolhidos, com um argumento pobrezinho e mal contado. Mal contado porque o desenvolvimento das personagens está muito mal conseguido visto que o mínimo build up que há, é logo rapidamente acabado. Sim, porque morrem logo. O factor surpresa é inegável (!). E o final deste filme, devo acrescentar, é muito pouco surpreendente. Se a ideia era fazer um grande twist no final, tenho duas palavras a dizer sobre isso: Que insucesso. O filme peca um bocado pela proporção extensão/falta de acção, às tantas que já me encontrava ansiosa para que eles morressem logo.
Fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa, talvez alguma estrutura, algum seguimento. E contem muita incoerência, devo dizer. Havia cenas rápidas demais, e outras horríveis de lentas que eram. Mas devo dizer que, ver no cinema é de facto outra experiência, que é capaz de tornar este filme minimamente interessante, pois apanha-se de facto alguns sustos (houve um que foi assustador o suficiente para me fazer saltar da cadeira), e partilhar momentos desses com o restante público é super engraçado, especialmente quando se vê um grupo de raparigas à nossa frente aos berros, e ter uma tia e um pai a matarem-me os braços. (Os comentários constantes do meu pai "NÃO ADORMEÇAAAS" são fantásticos. Vive os filmes como ninguém!)

No que toca aos actores, devo dizer que fiquei completamente estupefacta com a interpretação de Jackie Earle Haley (Freddy Krueger). Creio que o fez de uma maneira esplêndida, e absolutamente perturbadora, adicionando um toque de sarcasmo e ironia que tornaram a sua prestação brilhante, e consagrando-o como o perfeito Freddy. Mas visto que é impossível apenas um actor carregar o filme às costas, especialmente quando os restantes actores são um bocado maus, não há ponta que se lhe pegue. Tive bastante pena que não tivesse aparecido mais no filme. Gostei bastante da caracterização de Freddy, acho que contribuiu com um certo realismo, parecendo mais com uma vítima de queimaduras. Um dos pontos positivos do filme é mesmo esse: os efeitos especiais/visuais que o filme tem são bastante bons, quer seja na caracterização de Freddy, quer seja no mundo dos sonhos que Freddy nos propõe. São ambientes até bastante assustadores e claustrofóbicos.
Achei Rooney Mara bastante má a desempenhar Nancy, e visto ser das personagens principais, é um aspecto bastante negativo. Não sei se é alguma coisa a ver com a personagem, já que na versão original a actriz que desempenhava Nancy também era horrível. Só sei que nas duas, algo chamado "credibilidade", não é algo que facilmente se encontrava.
E os actores que faziam dos pais das personagens... Talking about boring! Extremamente aborrecidos. No original, eram personagens que complementavam a história, neste não passam de personagens completamente entediantes.

Em suma, foi um filme engraçado de ser ver no cinema, mas mais devido á companhia do que propriamente ao filme em si, que peca em diversos pontos, e não tem nada a ver com o original em termos de brilhantismo. Mas se têm um grande grupo de amigos, vão ver ao cinema, que não é assim dinheiro muito mal gasto. Agora, se são muito exigentes e se já viram o filme original, a desilusão será inevitável.



EXAME

Realização
: 6/10
Actores: 6/10
Argumento/Enredo: 6/10
Duração/Conteúdo: 6/10
Efeitos/Fotografia: 8/10
Transmissão da ideia principal do filme para o espectador: 6/10

Média Global: 6.3/10

Crítica feita por Sara Queiroz

Informação

Título em português: Pesadelo em Elm Street
Título Original: A Nightmare on Elm Street
Realização: Samuel Bayer
Ano: 2010
Actores: Jackie Earle Haley, Rooney Mara, Kyle Gallner

Trailer do filme:


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A Noiva Cadáver (2005)

By Sarah - terça-feira, maio 11, 2010
"Loving You Is Like Loving The Dead."

Receio que vá ter que me repetir: Tim Burton é dos realizadores mais geniais de sempre. Cada filme que realiza é uma dádiva para o cinema. É um realizador incansável que não pára de me surpreender com a sua originalidade e genialidade. A sua fonte de inspiração parece interminável pois tem sempre algo de novo para mostrar, e já o provou com os diversos títulos que nos proporcinou: os filmes de Tim Burton têm sempre o seu estilo próprio.

"A Noiva Cadáver" não é excepção, sendo outro grande título por parte do realizador. Voltando às sua técnica de animação stop-motion, popularizada com o filme "Nightmare Before Christmas" 10 anos antes, "A Noiva Cadáver" apresenta-se como um filme surpreendente, cómico, assustador e dramático! Não deixem que o facto de ser um filme de animação vos leve a pensar que o filme é só para crianças. Nada disso. O filme tem um argumento até bastante sério, com o ambiente gótico e as temáticas de vida e morte envolventes, misturado com a vertente cómica e alegre, o que faz com que "Corpse Bride" seja uma miscelânea de sensações e por isso mesmo recomendado para imediata visualização, se ainda não o viram.

O filme passa-se no século XIX e centra-se na aborrecida vida de Victor (Johnny Depp). Este tem casamento marcado com Victoria (Emily Watson), apesar de nunca se terem conhecido. Depois de ensaiarem cuidadosamente, e muitas vezes, o seu próprio casamento e Victor falhar completamente, este vai para o bosque praticar e simula a cerimónia enfiando a aliança num galho. Para sua surpresa e desespero o galho era mesmo um dedo de Emily (Helen Boham-Carter),a "Noiva Cadáver", que alega agora ser a sua noiva legal, desconhecendo que Victor não tinha qualquer intenção de casar com ela e que tudo é apenas um grande mal entendido.
Victor é assim arrastado para a Terra dos Mortos, em que se depara com uma realidade completamente diferente da que se deparava na Terra dos Vivos. É um sítio muito mais alegre, colorido e vibrante do que a Terra dos Vivos, que no filme é um sítio triste, monótono de tons cinzento. Tim Burton elabora aqui a sua crítica social, apresenta-nos uma ambiguidade e consegue um grande eufemismo relativamente à morte, encarando-a com um grande positivismo, e até melhor do que a vida. Na minha opinião é isso que faz o argumento de Burton tão inteligente. Também nos deparamos com as temáticas do amor não correspondido e da amizade, o que fazem com que "A Noiva Cadáver" seja um filme bastante tocante (o título do filme pode enganar um bocado e parecer ser de terror, mas é uma história de amor bastante bem conseguida e emocional, não obstante os seus toques "dark"). O final surpreendente do filme é que não me agradou, particularmente.

Claro está que, em termos visuais, o filme não desilude, como esperado de qualquer filme Tim Burton. A animação está bastante satisfatória, e como já referi, é a mesma utilizada em "Nightmare Before Christmas". Só tenho a dizer que, com o trabalho que este filme deve ter dado, com certeza que o seu produto final compensa o enorme esforço. As personagens estão muito bem feitas, e o que me agrada neste filme, é que são personagens tão fáceis de se gostar e de nos podermos identificar. E é aqui que devo salientar o magnífico trabalho por parte dos actores. Todos foram verdadeiramente impecáveis, até é me difícil destacar apenas um. Desse modo, vou generalizar, portanto, considero que todos estiveram excelentes.
"A Noiva Cadáver" sem o compositor Danny Elfman também não seria a mesma coisa. A banda sonora do filme está 5 estrelas. As principais cenas do filme contam com músicas fenomenais, é por isso que a colaboração Elfman-Burton é quase sempre constante. O impacto de muitas cenas de muitos filmes de Tim Burton devem-se a este senhor.

É um filme que me impressionou pela positiva, obrigatório para todos os fãs de Tim Burton e não só! Já o vi mais que uma vez e conseguiu sempre retirar de mim as diversas emoções: riu-me sempre que nem doida nas partes cómicas e o fim coloca-me sempre no papel de uma Maria Madalena a chorar. Imperdível!


EXAME

Realização: 8/10
Actores: 9/10
Argumento/Enredo: 7/10
Banda Sonora: 9/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Grafismo: 7/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 8/10

Média Global: 7.8/10

Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português: A Noiva Cadáver
Título Original: Corpse Bride
Realização: Tim Burton
Ano: 2005
Actores: Helen Bonham Carter, Johnny Depp, Emily Watson, Christopher Lee

Trailer do filme:


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