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Análise ao novo filme de terror realizado por Mike Flanagan, "Before I Wake". Por Sarah Queiroz.

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Vejam o nosso especial colaborações do cinema, em que percorremos a filmografia do realizador Neil Blomkamp que conta com a colaboração de Sharlto Copley. Por Sarah Queiroz

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Confiram a nossa lista dos 5 melhores filmes protagonizados pela bela Scarlett Johansson. Por Sarah Queiroz

TOP 10 Melhores Filmes - "Body Horror"

Confiram o nosso TOP 10 Melhores Filmes "Body Horror". Por Sarah Queiroz

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

The Change-Up (2011)

Cuidado com o que Desejas, ou título original The Change-Up, é o mais recente filme de David Dobkin, o mesmo realizador que nos trouxe em 2005 Wedding Crashers, que foi um sucesso comercial. Mas como qualquer outra comédia romântica, The Change-Up sofreu das ideias pré-concebidas em relação à superficialidade e ausência de substância que este tipo de filmes costuma "supostamente" ter. Infelizmente o filme é, de facto, recheado de clichés e não apresenta qualquer inovação, não obstante ter alguns aspectos positivos.

A história gira em torno de Mitch (Ryan Reynolds) e Dave (Jason Bateman), amigos inseparáveis que cresceram juntos, mas que inevitavelmente acabaram por seguir caminhos distintos; Dave exerce advocacia, sendo casado e pai de três filhos, enquanto que Mitch continua solteiro e irresponsável. Só que ambos invejam em silêncio
a vida do outro. Depois de uma noite descontrolada nos copos, os mundos de Mitch e Dave dão uma volta de 360º graus quando acordam e descobrem que trocaram de corpo, literalmente. Apesar de inicialmente ser refrescante, rapidamente se apercebem que a vida de cada um não é o mar de rosas que aparentava, e tudo se começa a complicar. Para evitar destruírem a vida um do outro, terão de arranjar maneira de voltar a recuperar a sua vida antiga. Isto com muita comédia à mistura...

Sem dúvida que este filme assenta numa fórmula que constantemente está a ser reciclada, isto é, a temática da mudança de corpos. Inúmeras comédias já retrataram este aspecto e isso poderá fazer com que, a priori, o filme já se torne cansativo, pois em nada aparenta ser inovador. Acaba por se tornar um filme sofrível exactamente por isso, pois para além de utilizar uma fórmula reciclada, ainda vai insistir em inúmeros clichés que o fazem cair numa linha de previsibilidade irremediável. Mas claro está que o filme consegue ainda proporcionar uns bons momentos de gargalhadas, pois por mais ridículas ou até imorais que as "piadas" sejam, facilmente farão rir. Só quem, de facto, seja muito exigente é que dificilmente o fará.

Jason Bateman é surpreendentemente fantástico em todos os seus papéis, mesmo quando os filmes em s
i não sejam espectaculares. É um actor dotado de um incrível talento, e é, sem dúvida, o homem do filme. As cenas mais engraçadas são proporcionadas por Bateman, indiscutivelmente. Ryan Reynolds também está bem, mas nada de extraordinário. Não será o melhor trabalho da sua carreira. Relativamente ao elenco secundário, nada de positivo a destacar, creio que estão sólidos, mas este tipo de filmes também nunca dá para mostrar o verdadeiro valor. E o facto é que nenhuma das personagens é suficientemente boa para se conseguir criar qualquer tipo de ligação emocional, até chega uma determinada altura que nem é possível importarmos-nos menos com o que sucede com elas. É aí que falha David Dobkin, faltou-lhe criatividade e vontade de ir mais longe, pois foi assentar numa fórmula desgastada, mas segura, tornando tudo muito óbvio e repetitivo.

The Change-Up acaba por ser um filme simples, que consegue cumprir o seu objectivo mínimo de fazer rir, só que peca ao ser pouco ambicioso. Penso que é uma comédia dispensável, porque do mesmo género encontrarão melhor. Mesmo assim, quem tem a oportunidade de ir ver, acho que não fará mal, pois gargalhadas serão garantidas com certeza.


EXAME

Realização: 5/10
Actores:
7.5/10

Argumento/Enredo:
4/10

Duração/Conteúdo:
6/10

Transmissão da ideia principal do filme para o espectador:
6/10


Média Global: 5.7/10

Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação

Título em português:
Cuidado com o que Desejas

Título Original: The Change-Up
Ano:
2011
Realização: David Dobkin
Actores:
Olivia Wilde, Ryan Reynolds, Leslie Mann, Jason Bateman, Mircea Monroe.


Trailer do filme:


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Grave Encounters (2011)

Grave Encounters parece ser mais um dos vários filmes ao género "mockumentary" (documentário falso), que ultimamente têm inundado o cinema. O primeiro grande sucesso deste subgénero foi Blair Witch (1999), mas foi com a recente saga Paranormal Activity que se sedimentou definitivamente este género. Porque, verdade seja dita, o estilo documentário que explora o sobrenatural é sem dúvida aterrorizante, especialmente porque atribui um carácter muito mais realista ao filme. O trailer de Grave Encounters chamou muito a minha atenção, mas mesmo assim receava que não se destacasse dos restantes. Adianto deste já que The Vicious Brothers conseguiram criar um filme muitíssimo assustador, que se destaca inegavelmente, sendo capaz de pôr REC ou Actividade Paranormal no cantinho. Posso-vos mesmo garantir, é um filme que amedronta a sério. Só que os realizadores, ao entusiasmarem-se demasiado, quase que sacrificavam o filme. Passo a explicar mais à frente...

O filme conta a história de uma equipa de um reality show (Grave Encounters) que caça fantasmas, que vai iniciar a rodagem do seu 6º episódio. Escolheram como local, um hospital psiquiátrico, que segundo muitas pessoas, é dos sítios mais assombrados da América do Norte. A equipa decide isolar-se no hospital, ficando 8 horas completamente trancados. Nesse tempo, irão iniciar a sua suposta caça, desconhecendo os perigos que aí vêm...

O argumento, embora envolto em alguns clichés, não deixa de ser assustador e apelativo. Especialmente da maneira como inicialmente se desenrola, e juntamente com o estilo de filmagem, criam uma expectativa enorme relativamente ao que se passará de seguida. O ambiente de tensão que se vai gradualmente construído é de perfeição e imensamente realista, só que, na minha opinião, os realizadores tomaram algumas más d
ecisões em relação ao rumo do filme, que fizeram com que deixasse de transparecer seriedade e realidade, para praticamente roçar o ridículo e falsidade. Digo isto assim para não ter que ser muito explícita, nem vos dar spoilers sobre o final. Esse sim, é alvo de muitíssimo debate. O facto do filme deixar muitas questões em aberto pode ser, por vezes, um aspecto positivo. No entanto, em Grave Encounters foi em demasia, e quando chegamos ao fim do filme, é inevitável ficarmos com um grande ponto de interrogação a martelar-nos a cabeça. Digamos que o final deixa um pouco a desejar. Quando virem o filme perceberão o porquê.
Como qualquer mockumentary, os actores do filme são geralmente desconhecidos. Mas isso não é sinónimo de menor qualidade, pois todos os actores estão muitíssimo bem, super espontâneos e naturais. Principalmente Sean Rogerson, que enquanto protagonista, carregou muito bem o filme às costas. 

Em suma, Grave Encounters possui todos os elementos para ser um filme óptimo. Muitos poderão chegar ao final do filme insatisfeitos, mas decerto que muitos outros irão gostar. Não posso deixar de recomendar, devido ao facto de que vale a pena para quem gosta deste tipo de filmes, e não tenham qualquer dúvidas que assusta a sério. Pessoalmente gostei, e se tivesse seguido um rumo diferente na última meia hora, era decerto o filme de terror do ano.
EXAME


Realização: 7/10
Actores: 7.5/10
Argumento/Enredo: 6/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da ideia principal do filme para o espectador: 7/10

Média Global: 6.9/10

Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação

Título em português:
Título Original: Grave Encounters
Ano: 2011
Realização: The Vicious Brothers
Actores: Sean Rogerson, Merwin Mondesir , Ashleigh Gryzko, Mackenzie Gray, Juan Riedinger

Trailer do filme:

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Estreias da Semana!



Estreia hoje, nos cinemas portugueses, "Amor Estúpido e Louco", realizado por Glenn Ficarra e John Requa, a dupla responsável por "Eu Amo-te Phillip Morris", e protagonizado por Steve Carell, Julianne Moore, Ryan Gosling e Emma Stone.

Sinopse (PUBLICO): Cal (Steve Carell) chegou aos 40 anos com tudo aquilo com que sonhou: uma boa situação económica, uma esposa dedicada e dois filhos que não dão preocupações. Porém, tudo se esfuma quando, subitamente, Emily (Julianne Moore), a mulher, lhe pede o divórcio. Depois de algum tempo de total apatia e autocomiseração, Cal decide que está na hora de seguir a sua vida e voltar ao "activo". Porém, cedo percebe que as suas técnicas de sedução, eficazes no passado, se tornaram obsoletas. É então que dá de caras com Jacob (Ryan Gosling), um solteirão empedernido com muito jeito para mulheres que se transforma numa espécie de consultor de imagem de Cal e que o transforma num autêntico íman de sedução. Porém, por muitas voltas que dê ao seu coração, há coisas que Cal não consegue alterar...

Trailer



Outras Estreias


Os Olhos de Julia

Título original: Los Ojos de Julia
De: Guillem Morales
Com: Belén Rueda, Lluís Homar, Pablo Derqui








Uivo

Título original: Howl
De: Rob Epstein, Jeffrey Friedman
Com: James Franco, David Strathairn, Jon Hamm, Bob Balaban







Killer Elite - O Confronto

Título original: Killer Elite
De: Gary McKendry
Com: Jason Statham, Clive Owen, Robert De Niro









Post Mortem

Título original: Post Mortem
De: Pablo Larraín
Com: Alfredo Castro, Antonia Zegers








A Morte de Carlos Gardel

Título original: A Morte de Carlos Gardel
De: Solveig Nordlund
Com: Rui Morrison, Teresa Gafeira, Celia Williams, Carlos Malvarez








O Caçador de Trolls

Título original: TrollHunter
De: Andre Øvredal
Com: Otto Jespersen, Glenn Erland Tosterud, Johanna Mørck, Tomas Alf Larsen

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Los Ojos de Julia (2010)

Los Ojos de Julia é o mais recente filme espanhol a chegar aos cinemas portugueses. Sendo um grande fã de filmes de terror europeu, e sabendo que se tratava dos responsáveis pelo filme El Orfanato, era impossível não criar expectativas. O cinema espanhol está em grande forma, e Los Ojos de Julia é o exemplo disso, apesar de não estar isento de falhas bastante óbvias que sacrificam-no ligeiramente.

Julia (Belén Rueda)sofre de uma doença degenerativa que lhe irá causar, eventualmente, total cegueira. Após ser informada do suicídio de Sara, a sua irmã gémea, decide investigar a fundo as circunstâncias que terão levado Sara a esse acto, pois está pouco convencida. Rapidamente se apercebe que poderá se tratar de assassínio e de que tudo está de alguma maneira relacionado com a doença degenerativa dos olhos que afectou ambas e que acabou por cegar a irmã. Porém, apesar dos seus esforços, parece que nem mesmo Isaac (Lluís Homar), o seu marido, concorda com Julia. Assim, à medida que se embrenha naquele estranho enigma, mais profundamente ela se perde numa espiral de solidão e trevas.


Como se calcula, Los Ojos de Julia aborda o tema da cegueira, que poderá à primeira vista parecer pouco original. Vou desde já não concordar com essa ideia, pois o argumento do filme até está bastante inovador tendo em conta o tema, e reserva-nos bastantes surpresas durante o filme, quer seja pela sua imprevisibilidade, ou (num lado negativo) pela sua inconsistência. Mas isso é o menos, porque na generalidade o filme resulta, na medida e
m que explora o conceito do medo do desconhecido através da perda gradual de visão.

Los Ojos de Julia
é deveras ambicioso e, devido ao seu potencial, leva-nos sempre a esperar cada vez mais e mais, só que desiludirá pela não correspondência das expectativas. Apesar de ser francamente bom, tem um final que desilude, e é perceptível a quebra de ritmo e tensão na terceira e última parte do filme, chegando a roçar o ridículo. Porque antes disso, a construção do suspense está, de facto, muito bem feita. Guillem Morales não falha na criação de um ambiente aterrador e de suspense, pois foi-me absolutamente impossível prever o que iria se passar a seguir. Há vários elementos que apresenta na primeira parte do filme, que deixa o espectador verdadeiramente intrigado acerca do que se poderá estar a passar. Claro que o realizador teve que recorrer a inúmeros clichés, mas não deixo de tirar o chapéu a Morales por conseguir causar aquela sensação de dúvida constante. Só que, falha na terminação do filme.

Enquanto que Belén Rueda está absolutamente fantástica na interpretação das gémeas que sofrem
da doença degenerativa, bastante convincente num papel que não deve ser nada fácil, tal como Lluis Homar proporciona-nos uma performance super emocional, os restantes actores não se destacam pela positiva. Especialmente devido ao argumento sofrer de falhas estruturais que às vezes não permitem ao actor dar o seu melhor. Mas Belén Rueda supera-se neste filme!

Em tom de conclusão, o filme entretém, mas não é totalmente satisfatório. Tem vários elementos que os fãs do género irão com certeza apreciar, e deve ser visto por ser tão envolvente, mas não esperem um marco no cinema de terror espanhol.


EXAME


Realização:
7/10

Actores:
7/10

Argumento/Enredo:
7/10

Duração/Conteúdo:
6/10

Transmissão da principal ideia do filme para o espectador:
6/10


Média Global: 6.6/10


Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação


Título Original:
Los Ojos de Julia

Título em Inglês:
Julia's Eyes

Título em Português:
Os Olhos de Julia

Ano:
2010

Realização:
Guillem Morales

Actores:
Belén Rueda, Lluís Homar, Pablo Derqui


Trailer do Filme


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Assim é o Amor (2010)

Beginners é um filme que não esperava ver ao cinema. Parecia-me bom, claro, mas não me tinha despertado grande interesse, por desconfiar que não seria propriamente rico narrativamente. E apesar da minha intuição revelar-se correcta, foi um filme que folgo em ter visto. Aliás, foi uma experiência e tanto.

Sinopse (PUBLICO): As vidas de Oliver (Ewan McGregor) e do seu pai Hal (Christopher Plummer) alteram-se radicalmente quando o segundo, seis meses depois de ter ficado viúvo, assume duas coisas totalmente inesperadas: que é homossexual e que se encontra num estado avançado de uma doença terminal. Com esta consciência de mortalidade, Hal começa a viver intensamente o tempo que lhe resta, encontrando disponibilidade para viver um grande amor com um homem mais novo, reformular a sua relação com o filho e, acima de tudo, encontrar a serenidade interior que nunca havia antes encontrado. Algum tempo após a morte inevitável de Hal, Oliver conhece Anna (Mélanie Laurent), compreendendo, finalmente, o verdadeiro significado do amor. Assim, compreenderá todo o alcance dos ensinamentos que o pai lhe tentou transmitir naqueles últimos meses de vida.

Beginners é um filme simplista, sem sombra de dúvida. Assenta essencialmente na maneira de contar uma história, de transmitir uma mensagem. Só que, o filme peca bastante na sua narrativa excessivamente
lenta. Nota-se a intenção do realizador de fazer um filme substancialmente diferente, quase como "autobiográfico" e melancólico, mas penso que leva isso ao extremo tornando por vezes o filmes ligeiramente enfadonho. E também estruturalmente parece um filme errado, ou seja, quase não é possível delinear a introdução, desenvolvimento e conclusão da trama. Intencional talvez, mas o certo é que fica confuso. Por ser intencional é que é desculpável, porque apesar de sequencialmente não ser perfeito, é um filme que não deixa de ser profundo e poderoso, com muito significado. Aliás, a cinematografia do filme é propositadamente banal, demonstrando a solidão e a tristeza humana, basicamente sentimentos que vão ser abordados no filme. É nesse sentido que considero a realização de Mike Mills deveras sublime, pois transmite realidade.

É uma história que gira em volta das suas personagens. São as personagens que dão a vida ao filme,
e felizmente conta-se com um elenco formidável no desempenho das mesmas. Christopher Plummer está melhor que nunca, uma performance digna (quem sabe....) de um Óscar. Melanie Laurent e Ewan Mcgregor apresentam-se bastante sólidos, não há nada de negativo a apontar. É um elenco que consegue mesmo puxar pelo público, sendo especialmente complicado neste tipo de filmes.

Assim é o Amor
não é propriamente fácil. Mas esta complexidade não deve impedir a sua visualização, pois é um filme com uma forte mensagem, mas bastante peculiar. É doce e realista, portanto se procuram um filme alternativo e diferente, este é para vocês.


EXAME


Realização:
7.5/10

Actores: 8/10
Argumento/Enredo:
6/10

Duração/Conteúdo:
5/10

Transmissão da ideia principal do filme para o espectador:
7/10


Média Global: 6.7/10


Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação


Título em português:
Assim é o Amor

Título Original:
Beginners

Ano: 2011
Realização:
Mike Mills

Actores:
Ewan McGregor, Christopher Plummer, Mélanie Laurent, Goran Visnjic


Trailer do filme:

TOP 5 Melhores Filmes - Adrien Brody

Photobucket

Adrien Brody é dos meus actores de eleição, pois é raro o filme que ele protagonize que eu não goste, e porque cada vez que é anunciado um filme dele fico sempre com imensas expectativas. Infelizmente, Adrien Brody não tem feito ultimamente as escolhas mais certas, mas mesmo assim, cada interpretação sua é seguramente brilhante e sólida.


Aqui ficam os 5 filmes que considero serem os melhores protagonizados pelo actor.


5. Predators (2009)

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Predators é capaz de ser dos filmes mais recentes de Brody que tenha apreciado verdadeiramente (esqueçam o Splice, porque desgostei mesmo!). Aqui vemos Brody num registo ligeiramente diferente a que nos tem tido habituado, o que é excelente, pois demonstra a sua versatilidade.



4. The Jacket (2005)

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Eu adoro filmes aos género creepy spooky, e este é sem dúvida um grande título, nesse aspecto. Não isento de falhas é claro, mas não entrarei em grandes pormenores. Este inteligente thriller conta com uma formidável performance por parte de Brody, cativante mesmo!



3. King Kong (2005)

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King Kong foi o grande blockbuster de 2005, realizado por Peter Jackson, em que Adrien Brody interpreta o argumentista Jack, encarregue de escrever a história que leva a equipa a deslocar-se à temível Skull Island para as filmagens, onde inevitavelmente se depararão com o gigante King Kong... Gostei particularmente de Brody neste filme devido à simplicidade do papel, acho que está bastante natural e credível.



2. The Village (2004)
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The Village não foi particularmente bem recebido pelas críticas, e pessoalmente devo ser das poucas que tenha gostado minimamente do mesmo, mas penso que, o facto de ter gostado, deve-se maioritariamente à magnifica prestação de Adrien Brody. Em grande mesmo.



1. The Pianist (2002)

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 Ler Crítica aqui



Quando se fala em Adrien Brody, o primeiro filme que instantaneamente surge na nossa cabeça é The Pianist, que consagrou sem dúvida o actor. Com este filme, Adrien Brody tornou-se no actor mais novo de sempre a ganhar o Óscar de Melhor Actor, e muito bem merecido na minha opinião. Roman Polanski teve uma visão extraordinária como realizador, e o actor Adrien Brody interpretou magnificamente o pianista Wladyslaw Szpilman.




E tu? Concordas com esta lista? Quais são os teus filmes preferidos de Adrien Brody? Não hesites em partilhar connosco a tua opinião!


por Sarah Queiroz

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Final Destination 5 (2011)

Não serão apenas os fãs da saga que eventualmente apreciarão o seu retorno, isto porque apesar de uma fórmula já cansativa, é um filme que mantém um nível de entretenimento que poderá agradar na generalidade. O estreante na realização de longas metragens, Steven Quale, consegue com Final Destination 5 uma assunção de todos os clichés e características da saga, fazendo com que se destaque dos demais pela positiva, na medida em que se apresenta mais organizado e "substancial".

No quinto episódio desta saga, somos apresentados ao jovem Sam (Nicholas D'Agosto), que tem uma premonição sobre o desabamento de uma ponte. Essa premonição consegue salvar o seu grupo de colegas de traba
lho. Porém, este grupo estava destinado a morrer e, por esse motivo, muito dificilmente escaparão à Morte, que tenciona buscá-los, um a um. Numa corrida desesperada contra o tempo, farão de tudo para tentar sobreviver e fugir à "agenda" da Morte. Mas a Morte não gosta de ser enganada...

Final Destination 5 é extremamente semelhante aos seus antecessores, pois segue exactamente a mesma estrutura, daí ter mencionado que adopta uma fórmula que, apesar de eficaz, já se encontra cansativa. Para além do mais, continua dotado de mortes demasiado exageradas e improváveis, quase roçando o impossível, mas que decerto satisfará os fãs do género. Penso que o 3D foi utilizado de maneira conveniente, de modo a realçar as mortes, mesmo assim creio que era dispensável. Relativamente à narrativa em si, não é propriamente inovadora, mas penso que após 5 filmes, o conteúdo do enredo também não permite ser muito mais interessante. Sabemos exactamente o que esperar do filme, pois é propositadamente mais do mesmo. A previsibilidade da trama é o que permite seguir mais de perto o seu desenvolvimento, na medida em que a fatalidade das situações causa uma inevitável tensão que faz com que estejamos constantemente a querer saber o que vai acontecer a seguir ou como se desenrolarão as cenas. Aqui reside o ponto mais positivo do filme.


Em relação ao elenco, não existem grandes nomes ou grandes actuações, mas creio que são satisfatórias t
endo em conta o que o filme pede. Não há nada de positivo a destacar, nem de negativo a realçar.

Em suma, é um filme que vale a pena ser conferido pelos fãs do franchise, pois promete voltar a trazer os níveis de sadismo e violência exagerada que a saga já nos habituou. No entanto, não esperem ver algo que já não tenham visto. É nessa medida que espero que este seja o último...


EXAME

Realização: 6/10
Actores: 7/10
Argumento/Enredo: 5/10
Duração/Conteúdo: 7/10
Transmissão da ideia principal do filme para o espectador: 5/10

Média Global: 6/10

Crítica feita por Sara Queiroz


Informação

Título em português: Último Destino 5
Título Original: Final Destination 5
Ano: 2011
Realização: Steven Squale
Actores: Nicholas D' Agosto, Emma Bell

Trailer do filme:


sábado, 3 de setembro de 2011

Piranha 3D (2010)


Por vezes, há maus filmes que simplesmente são maus filmes. Piranha 3D é desses filmes, daquele tipo que me faz questionar o porquê da sua criação. É que filmes feitos desta maneira só podem ter sido feitos assim propositadamente. Nessa medida, penso que Piranha 3D cumpriu os seus objectivos: é o filme mais sem nexo e desnecessário de sempre. E estava com algumas expectativas, pois sou fã do filme original. Só que neste caso, as minhas expectativas não foram atendidas, tendo mesmo ficado bastante aquém. Não me canso de achar que a simplicidade do filme foi, de facto, propositada. O realizador provavelmente pretendia fazer um filme simplista e objectivo que embarcasse apenas os elementos de violência. E, de facto, é um filme que incomoda bastante nesse aspecto, mas ao ser exageradamente simplista e superficial, faz com que o filme caia na verdadeira mediocridade.

(Sinopse): Todos os anos, a população da vila de Lake Victoria aumenta nas férias da Páscoa, com milhares de jovens em busca de sol e divertimento. Porém, este ano há algo que ameaça a paz desta população, pois quando um súbito tremor de terra subaquático provoca a libertação de centenas de piranhas pré-históricas, tudo começa a mudar, e rapidamente a pacífica vila torna-se num festival de sangue...

Costuma-me acreditar que este filme seja do mesmo realizador que trouxe
Haute Tension, a fantástica película francesa que já tive oportunidade de analisar. A inexistência de narrativa faz com que tudo assente na violência exacerbada. Mesmo sendo nulo, é um roteiro que inevitavelmente detém um clima de tensão, sendo essa a única coisa que nos leva a querer ver o filme até ao fim. Mas ao sermos deparados constantemente com das cen
as mais clichés, sem nexo (por exemplo, a cena "hilariante" do pénis a ser comido pela piranha. Em 3D deve ter sido um must), e até visualmente mal feitas, vontade de desligar a televisão também não faltou. Reconheço, no entanto, que esta irrealidade até consegue minimamente entreter e divertir, porque é impossível não rir às gargalhadas com o quão ridículo o filme se torna. Mas só mesmo para quem tem paciência... Também não é preciso muita, visto que outro ponto positivo do filme, é que não chega a durar hora e meia.

Nada sobra ao filme que se aproveite. As personagens são ridículas e clichés, para além de pouco desenvolvidas e até mesmo ligeiramente irritantes. Acho que
nunca vi personagem principal tão irritante como Jake... Assim, nada de espectacular posso referir quanto aos actores, pois não há nenhum que se destaque pela positivo, exceptuando Christopher Llyod, que infelizmente só aparece uns 5 minutos.

Em ponto de conclusão, o filme resume-se a uma palavra: Desnecessário. Piranha 3D é um filme que é capaz de deixar satisfeito quem gosta de festival de violência e gore, mas o facto de ser substancialmente nulo deixa bastante a desejar. Não é um filme que recomende.

EXAME

Realização: 4/10
Actores: 5/10
Argumento/Enredo: 4/10
Duração/Conteúdo: 4/10
Transmissão da principal ideia do filme para o espectador: 2/10

Média Global: 3.8/10

Crítica feita por Sarah Queiroz


Informação


Título Original: Piranha
Título em Português: Piranha 3D
Ano: 2010
Realização: Alexandre Aja
Actores: Elisabeth Shue, Jerry O'Connell, Richard Dreyfuss

Trailer do Filme:


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Estreias da semana!



Estreia hoje nos cinemas portugueses, Beginners - Assim é o Amor, realizador por Mike Mills e protagonizado por Ewan McGregor e Mélanie Laurent.

Sinopse (PÚBLICO): As vidas de Oliver (Ewan McGregor) e do seu pai Hal (Christopher Plummer) alteram-se radicalmente quando o segundo, seis meses depois de ter ficado viúvo, assume duas coisas totalmente inesperadas: que é homossexual e que se encontra num estado avançado de uma doença terminal. Com esta consciência de mortalidade, Hal começa a viver intensamente o tempo que lhe resta, encontrando disponibilidade para viver um grande amor com um homem mais novo, reformular a sua relação com o filho e, acima de tudo, encontrar a serenidade interior que nunca havia antes encontrado.
Algum tempo após a morte inevitável de Hal, Oliver conhece Anna (Mélanie Laurent), compreendendo, finalmente, o verdadeiro significado do amor. Assim, compreenderá todo o alcance dos ensinamentos que o pai lhe tentou transmitir naqueles últimos meses de vida.

Trailer




Outras Estreias


O Último Destino 5

Título original:
Final Destination 5
De: Steven Quale
Com: Nicholas D'Agosto, Emma Bell, Arlen Escarpeta











Capuchinho Vermelho: A Nova Aventura


Título original:
Hoodwinked Too! Hood VS. Evil
De: Mike Disa
Com: Hayden Panettiere (Voz), Glenn Close (Voz), Patrick Warburton (Voz), Joan Cusack (Voz)








Um Dia

Título original:
One Day
De: Lone Scherfig
Com: Anne Hathaway, Jim Sturgess, Patricia Clarkson